Entre em contato e 

Tel.: 

E-mail: 

Empreendedorismo 8 – Estrutura do Plano de Negócios

pensive businessman with business plan concept

A estrutura de um plano negócios pode ser mais resumido ou mais detalhado, dependendo dos objetivos. O plano resumido normalmente é utilizado para a avaliação inicial do projeto e análise dos investidores ou potenciais sócios. O detalhado ou completo é utilizado para planejar o negócio e na busca de recursos financeiros para financiar o projeto. Pode ainda ser feito o plano operacional definindo detalhes sobre a gestão do projeto. O plano de negócios não deve ter estrutura rígida, seguindo as particularidades de cada negócio e ramo de atuação. Por exemplo, as seções necessárias para organizar o plano de negócios são diferentes para o segmento industrial, comercial, prestação de serviços ou mesmo das empresas do setor digital. De forma geral, é necessário fazer a boa apresentação do plano com informações objetivas sobre o que se pretende desenvolver. O sumário bem redigido atrai o leitor para conhecer o conteúdo do projeto. Outras seções importantes do plano de negócios, apresentadas de forma sintética, são: a) descrição da empresa: informações sobre o histórico, crescimento, faturamento, estrutura organizacional, localização, parcerias, serviços, etc; b) análise estratégica: avaliação da visão, missão e potencialidades. Definição do posicionamento no mercado e como poderão ser atingidos os objetivos e metas. Análise das forças e fraquezas, oportunidades e ameaças; c) produtos e serviços: análise do ciclo de vida dos produtos ou serviços, pesquisas tecnológicas e de mercado. Recursos que serão utilizados, registro de marca e patentes; d) recursos humanos: como será treinada a mão de obra e desenvolvidas as competências necessárias no segmento, a experiência necessária na gestão e a técnica exigida; e) análise de mercado: qual o segmento de atuação e como será atendido o público alvo, análise das características do setor e dos clientes ou consumidores, principais concorrentes; f) plano financeiro: organização do fluxo de caixa, análise do demonstrativo de resultados, ponto de equilíbrio, necessidades de investimento, projeções futuras de necessidades de capital de giro; g) estratégica de marketing:...

Leia mais

Reunião Planéria Planalto Norte: Fortalecer o Associativismo e a Representatividade

mafra-plenaria-2-1170x658

Representantes das Associações Empresariais do Planalto Norte estiveram reunidos na noite de segunda-feira, 23, na cidade de Mafra, para discutir as ações de governança regional, o fortalecimento das associações empresariais e representatividade, o associativismo, planejamento estratégico e estímulo a iniciativas de gestão da inovação. Recepcionados pelo presidente da Associação Empresarial de Mafra – Acim, José Nelson Notari, o grande destaque foi a importância das associações na luta pelos interesses da classe empresarial e no desenvolvimento de capacitações, ressaltando o MBA em Gestão Empresarial da Fundação Getulio Vargas e o Programa de Gestão e Vivência Empresarial – PGVE. O Consultor da Associação Empresarial de Canoinhas, Diego Leal de Barros, apresentou o projeto de utilização de marketing no Núcleo de Automecânicas, que ganhou destaque pelo diferencial competitivo, conquistando o sexto lugar a nível nacional do Projeto do Empreender Competitivo, que apoia iniciativas de empresas participantes de núcleos setoriais. Uma proposta levantada na reunião foi a criação de núcleos focados em eficiência energética. O modelo segue uma sondagem realizada junto a Associação Empresarial de Joinville – Acij, que realiza o atendimento segundo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O Vice-presidente regional Planalto Norte da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina – Facisc, Adelino Denk e o Consultor Regional do Planalto Norte, Adriano Hübner, apresentaram os objetivos estratégicos para a regional englobando as principais bandeiras: desenvolvimento econômico sustentável, melhoria da infraestrutura, fortalecimento da relação entre a classe empresarial e política, otimização da aplicação dos recursos públicos, redução e simplificação da carga tributária. O Vice-presidente de soluções de crédito do sistema Facisc, Uwe Storz, apresentou como está o projeto da Sociedade Garantidora de Crédito, ainda em andamento. No Brasil, as discussões sobre mecanismos de garantias de crédito para os pequenos negócios ganharam força nos anos 1990. A Lei nº 9.841/1999, que criou o antigo Estatuto das Micro e Pequenas Empresas, já previa a figura das sociedades de garantia solidária. No ano seguinte, o...

Leia mais

Empreendedorismo 7 – Plano de Negócios

Empreendedorismo 7

Um negócio bem planejado terá mais chances de sucesso em relação ao negócio sem planejamento. Assim, é de fundamental importância desenvolver um plano de negócios para o sucesso de novos empreendimentos. Os empreendedores precisam saber planejar ações e estabelecer estratégias, utilizando o plano de negócios como ferramenta de gestão para o desenvolvimento bem sucedido. O plano de negócios não pode ser apenas instrumento para captação de recursos nos projetos com informações genéricas e estimativas. Há a necessidade de estudos e pesquisas que embasem os projetos, pois na maioria dos levantamentos a falta de experiência e conhecimento do ramo do negócio levam os empreendimentos ao fracasso. Somam-se as atitudes erradas e gerenciamento inadequado, além da falta de dinheiro e localização incorreta, como as maiores armadilhas no gerenciamento de pequenas empresas. Basicamente são falhas de gestão do negócio que impedem o sucesso. Os empreendedores devem investir em capacitação gerencial contínua e avaliar constantemente as suas ações, visando adquirir experiência. O planejamento é atitude do próprio empreendedor e ferramenta indispensável para aferir ações e avaliar o grau de maturidade do projeto. Empreendedores que investem mais em planejamento evitam desperdícios de recursos e ampliam a viabilidade, minimizando o risco de falência. Porém, é necessário planejar com dados reais e informações consistentes, evitando modelos predeterminados incompletos. O plano de negócios deve ser uma ferramenta dinâmica, com revisões periódicas, pois o mercado, as pessoas, a tecnologia e a concorrência também mudam, exigindo um processo cíclico de planejamento sendo guia prático. Inclui aspectos financeiros, mercadológicos, operacionais e competências necessárias, especificando objetivamente em que negócio se está, o que se vende e qual o mercado ou público alvo. O êxito sem o plano de negócios, pode até ser possível, porém são casos isolados. Os principais objetivos dos planos de negócios são: a) estabelecer diretrizes para o negócio; b) gerenciar eficazmente com tomadas de decisões precisas; c) viabilizar a obtenção de recursos; d) identificar oportunidades; e) monitorar as...

Leia mais

Empreendedorismo 6 – Oportunidades na Internet

Empreendedorismo 6

A internet está em crescimento exponencial e os empreendedores não podem mais desconsiderá-la nas suas estratégias de estruturação de novos negócios e no desenvolvimento das empresas já existentes. O mercado virtual e negócios on line está se consolidado e invade cada vez mais negócios tradicionais. É necessário a reinvenção nos modelos de negócios, exigindo dos empreendedores visão diferenciada na elaboração de estratégias integradas com a internet. Há negócios surgindo e desaparecendo muito rapidamente em função da inovação proporcionada através da internet. Muitas vezes a solução oferecida não é muito diferente das empresas existentes no mercado, porém a forma como o produto ou serviço é comercializado e a interação contínua através de redes sociais e outros mecanismos virtuais, cria um novo espaço e consequentemente diminui o espaço de mercado dos concorrentes estabelecidos. Estamos vivendo numa economia cada vez mais virtual com sistemas de pagamento sem contato entre as pessoas. Nos supermercados já há experiência de recebimentos sem atendentes nos caixas. O próprio cliente efetua o pagamento e empacota a sua mercadoria. Através de códigos é possível realizar compras no ponto de ônibus ou metrô e enquanto a pessoa se desloca, o supermercado entrega a compra na residência. A tecnologia on line permite otimizar os processos e executar tarefas simultaneamente, modificando o modo de viver e consumir. A internet das coisas está se tornando comum e através das tecnologias embarcadas nos eletrodomésticos e móveis, é possível programá-los para efetuar compras, enquanto estamos ausentes do lar. A mobilidade é o grande diferencial, pois podemos efetuar compras através de divulgações que recebemos através das mídias sociais no celular, enquanto se toma o cafezinho. O sistema “big data” acumula informações estratégicas sobre consumo, influenciando na tomada de decisão de produtores e consumidores. Os drones, interligados a sistemas inteligentes, podem realizar pequenas entregas nos domicílios, dispensando serviços de entrega tradicionais que envolvem pessoas. São exemplos das tendências e a inseparabilidade da internet no mundos dos...

Leia mais

UMA TROCA DE EXPERIÊNCIAS EMPRESARIAIS

11.11.15

...

Leia mais

Empreendedorismo 5 – Criatividade

Empreendedorismo 5

A criatividade é a base do empreendedor inovador que deseja sucesso e assim a experiência na atividade a ser explorada é de fundamental importância. Sem o conhecimento detalhado do funcionamento do mercado, da concorrência e das expectativas dos clientes, corre-se o risco de desperdiçar a energia nas novas ideias. Para estimular a criatividade e viabilizar a análise posterior das ideias criativas com potencial, a ferramenta ideal é o brainstorming (tempestade de ideias). A técnica permite a geração de ideias livremente sem a análise crítica inicial. A criatividade é estimulada, pois não há restrições a cada ideia levantada, por mais absurda que pareça, pois através da ideia “absurda”, pode ocorrer o insight para novas ideias. E dentre as ideias pode surgir a inovação, gerada pela associação das diversas ideias geradas. Uma ideia estimula outra ideia e somente ao final do processo é efetuada a análise crítica quanto a lógica e viabilidade. A criatividade exige liberdade de pensamento e pensar diferente, fora dos parâmetros tradicionais ou conhecidos. Novos negócios surgem de novas formas de entregar soluções aos clientes, embora o produto seja o mesmo. Além desta metodologia, o empreendedor ainda pode ficar atento e efetuar a pesquisa sistemática através de outros meios: a) conversar com pessoas experientes sobre os mais variados temas, podendo identificar ideias inovadoras para determinados nichos de mercado; b) pesquisar novas patentes e licenciamento de produtos, nas áreas pretendidas; c) Ficar atento aos acontecimentos da sua região e ao comportamento das pessoas, visando identificar novas tendências; d) visitar universidades, institutos de pesquisa, feiras de negócios e tecnológicas, empresas, etc; e) participar de congressos, conferências, palestras e eventos de entidades de classe e associações. Identificadas as ideias, o empreendedor deve selecionar as melhores ideias, utilizando do feeling e avaliação das tendências. Inicia-se então, a avaliação das oportunidades considerando diversos aspectos para identificar e selecionar a melhor. MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

Leia mais