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Desburocratização 2 – Mitos Burocratizantes

Burocratização 2

A burocratização envolve muitas crenças e normas que se tornam verdadeiros mitos para justificar a burocracia. As organizações geram estruturas com sistemas complexos, alegando a necessidade de controle e criam verdadeiros “monstros” que emperram a administração, atendendo normalmente interesses específicos em detrimento do atendimento das necessidades dos usuários. Relacionamos, para análise atenta, mitos burocratizantes, cujo combate pode promover melhorias na gestão eficaz: 1) A delegação é regulada somente por manuais e procedimentos. O burocrata tende a confundir a delegação como apenas extensão do poder do chefe, não delegando visando a participação, estímulo a criatividade, qualificação profissional, preparação de substitutos e aumento da produtividade. Dar ordens não é delegar e assim a chefia fica no círculo vicioso, alegando que não há para quem delegar, faltam pessoas treinadas e outras justificativas. Delegar é descentralizar e treinar. 2) O planejamento é suficiente para obter resultados. Burocratas ou tecnocratas são amantes do planejamento. Há planejamento, projetos e cronogramas, porém pouco acompanhamento das ações. A teoria é muito importante, porém a prática é essencial. A teoria é 1% e a prática é 99% da gestão. O planejamento é orientador e essencial, porém a realidade é variável e incerta e exige constante monitoramento. De nada adianta relatórios, gráficos, estudos, reuniões fechadas, sem conexão com o dia a dia. O burocrata tende a defender o planejamento e se houver frustração diante da realidade, busca justificações ampliando a perda de tempo. Planejar é fundamental, mas gerenciar é vital. 3) Acreditar que os sistemas de controle melhoram a qualidade e produtividade. O controle é ferramenta essencial na gestão, porém o burocrata tende a sofisticar os controles justificando obter mais desempenho. O excesso de fiscalização não garante a qualidade e produtividade, levando a sabotagens e desmotivações, especialmente quando não há clareza sobre os métodos de controle e os objetivos. É necessário desenvolver mecanismos que gerem iniciativa e espontaneidade, compreendendo o controle como mecanismo quanto aos ajustes importantes para a...

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São Bento do Sul conta com 80 mil habitantes

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Estes e outros dados foram apresentados na noite de segunda-feira, 14, na Associação Empresarial de São Bento do Sul. A Acisbs apresentou mais uma edição do Panorama Socioeconômico, que traz informações atualizadas do município em diversos aspectos: economia, educação, saúde, segurança pública e infraestrutura. Elaborado pela empresa AMC Assessoria Empresarial em parceria com a Acisbs, em sua apresentação, Adelino Denk, destacou o crescimento populacional no município, contando agora com 80.922 habitantes, no qual 40.725 são homens. A expectativa de vida também chama atenção, 77,3 anos, sendo maior do que a média no Estado, 76,6. A diversificação econômica se consolida, porém o cenário adverso e instável repercute. O ano de 2014 apresentou um saldo de 367 empregos gerados contra 1.001 em 2013. No acumulado de 2013 e 2014, o setor de serviços superou a geração de empregos (383), logo depois a indústria (320) e o comércio (281). Em 2015, de janeiro a outubro, o saldo está negativo, contando com mais demissões (194). Segmentos econômicos Apesar da queda nas contratações, a abertura de microempresas nos dois anos, registrou um crescimento de 54%. Em 2014, foram abertas 259 microempresas e 167 microempreendedores individuais. O Presidente da Acisbs, Osmar Mühlbauer, destaca a importância de mais uma publicação. “Agradeço imensamente a todos que contribuíram para viabilizar mais uma edição. Este projeto é de suma importância para o nosso município e atende a diversos públicos, empresários, futuros empreendedores, universitários, poder público entre outros”. O Panorama Socioeconômico possui 169 imagens, 115 tabelas e 78 gráficos, contando com os principais indicadores de São Bento do Sul e é uma ferramenta para pesquisa e elaboração do planejamento estratégico, novos negócios e tomada de decisões. A edição está disponível na Acisbs e também no link: http://www.acisbs.org.br/sala-de-imprensa/downloads-servicos/id/2/Perfil+Socioeconomico  Fonte:...

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2016 está chegando! Supere a crise…

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Desburocratização 1 – Burocracia: Travão do Crescimento e da Evolução

Burocratização

A burocratização é uma atitude mental que provoca atraso em todas as esferas públicas e privadas, gerando condicionamentos e formalidades desnecessárias. As organizações estão cada vez mais complexas com novos desafios diante da expansão e novas exigências, porém muitas estruturas se tornam rígidas e centralizadoras em excesso, gerando burocracias que travam o crescimento. É um mal que se expande em função dos erros educacionais e se tornou a mais grave doença da eficácia administrativa. Começa na família e termina travando organizações de todos os portes e segmentos. É a cultura e a didática do não. O “não deve”, “não pode”, “não faz bem”, acaba gerando as distorções da não iniciativa, não criatividade, não realização. Esse fenômeno gera dependências e imaturidade, pois na maioria das vezes, pessoas tecnicamente ou intelectualmente superiores, utilizam mecanismos de controle para manipular pessoas emocionalmente mais fracas. Há a centralização de poderes, levando ao autoritarismo, gerando mais burocracia e submissão. Pessoas líderes ainda mantém procedimentos de chefia com exigências burocratizantes, dificultando a participação. Os sintomas mais sérios da patologia burocrática são: a) o apego demasiado à rotina; b) a cega obediência as normas e procedimentos padronizados; c) a formalidade e não a essencialidade; d) a eficiência e não a eficácia; e) o processo e não o resultado; f) o relatório e não o plano de ação; g) o passado ou presente e muito pouco o futuro. A Administração tem efetuado estudos para a simplificação de métodos e rotinas, porém muitos gestores não compreendem o verdadeiro papel da desburocratização. O burocrata analisa o papel e não vê o problema, analisa o efeito e não a causa. Assim os malefícios da burocracia são escravizantes e na cultura do “jeitinho” para driblá-la, criam-se novas rotinas e procedimentos que engessam ainda mais o processo. A diretriz é analisar e “passar para alguém dar o parecer”. Refletiremos sobre as leis da burocracia e mitos, visando a reeducação e reciclagens para minimizar...

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Economia de São Bento do Sul registra forte crescimento em 2014

08.12.15

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A crítica, a realidade e o otimismo

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