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A Importância da Melhoria Contínua

A importância da Melhoria Contínua

Quando as empresas estão implantando processos de melhoria sempre é lembrada a questão da importância do comprometimento das pessoas para o sucesso do projeto. No entanto, muitas vezes, as pessoas não estão compreendendo exatamente o que se espera delas para auxiliar nas melhorias desejadas. Especialmente quando a ênfase do projeto envolve o “pensamento enxuto” para obter redução de custos, há resistências do corpo funcional, pois os funcionários não percebem a importância dos ganhos para a empresa e por conseqüência, num segundo momento, as possibilidades de crescimento profissional. É neste momento que o espírito da melhoria contínua deve ser estimulado pela alta direção da empresa, destacando que todas as ideias são importantes para os resultados.   A somatória de diversas sugestões apresentadas por todas as áreas e com o envolvimento do máximo de funcionários, proporcionará uma “onda” de melhorias que fará a diferença e estimulará novas ideias. Consolida-se a partir daí, a melhoria contínua como um processo integrado na gestão da empresa, aumentando a sua competitividade e possibilidades de sucesso diante da concorrência. Este é o sucesso do modelo japonês, através do kaizen, sempre desafiando os funcionários na busca dos melhores processos, utilizando a sua experiência e conhecimento. Taiichi Ohno, criador do just in time, destaca a importância de compreender completamente o processo. Compreender, neste contexto, significa “abordar positivamente um objetivo e compreender a sua natureza”.   Somente será obtido alta produtividade e um padrão de qualidade ideal, quando todos os desperdícios são combatidos e tudo o que não agrega valor é eliminado, ou pelo menos, minimizado. Não basta uma análise da área de trabalho numa visão mais geral. É necessária uma análise detalhada de cada atividade, identificando em todos os movimentos o que é desperdício e o que é trabalho. Desperdício é todo movimento desnecessário que deve ser eliminado e o trabalho deverá ser realizado com valor adicionado. Assim, tudo o que é processado deve ser um movimento de...

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Análise de Custos

Análise de Custos

Diante de uma guerra de preços cada vez maior na intensificação da concorrência, as empresas necessitam de critérios cada vez mais refinados de análise de custos. E é exatamente esta necessidade de maior precisão no cálculo de custos que tem tirado o “sono” dos profissionais responsáveis. A questão do cálculo dos critérios de rateio talvez seja o maior desafio. Há muitas metodologias para efetuar o rateio dos custos fixos, obtendo-se resultados diferentes que podem levar à conclusões diferentes. Diante de margens menores, saber definir qual o critério de rateio que melhor representa a realidade da empresa e do ramo de atuação é uma questão crucial para estabelecer estratégias vencedoras no mercado e garantia de resultados internos para a empresa (lucro). Existem os métodos de rateio considerando as horas trabalhadas, volumes produzidos ou atividades realizadas. No entanto, seja qual for o método, a questão central sempre será o mesmo desafio: como calcular ou estimar o tempo de produção visando definir qual a parcela do custo fixo total que deverá ser cobrado em cada produto? Para obter a resposta nesta questão é necessário estudar as diversas metodologias e selecionar aquela que mais se adapta a realidade da empresa.   É muito comum decidir quanto à lucratividade de um produto, considerando apenas a rentabilidade individual, ou seja, se o produto apresenta lucro no cálculo individual. O risco de errar é muito grande, pois a análise normalmente será limitada. Assim, além da rentabilidade individual, outros critérios de cálculos devem ser considerados, como a análise de margem de contribuição, a análise do ponto de equilíbrio e análise de mix de produtos. Toda empresa tem no seu mix os produtos “filé” com alta rentabilidade, mas tem também a “carne de pescoço” que diminuem a rentabilidade. São os produtos “estrelas” do negócio e outros que são os “micos”. Efetuar a análise de custos, combinando a margem de contribuição, o ponto de equilíbrio, simulação de mix de...

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Redução de Custos

Redução de Custos

A necessidade de contínua redução de custos, exige cada vez mais da engenharia de produção e da área de custos para uma análise completa e detalhada da estrutura do produto e da estrutura de processos. Sem informações corretas e atualizadas constantemente, haverá um distanciamento entre o que ocorre efetivamente como custo na produção e o que foi orçado no cálculo. É necessária uma verificação cuidadosa à medida que os lotes são produzidos para conhecimento da efetiva margem de cada produto ou família de produtos. É muito comum a área comercial solicitar urgência no cálculo de custos para atender a demanda ou urgência dos clientes. Assim, o desenvolvimento do produto, muitas vezes, já é feito com muitas incertezas e o seu verdadeiro comportamento na produção. Isto exige excelência na gerência de projetos ou da engenharia.   Analisando com mais profundidade a questão da engenharia de produto, percebemos dificuldades para estimar o mais próximo possível da realidade, as quebras, refugos ou perdas de materiais. De um lado, isto exige negociações com o cliente para adequar o produto as necessidades dos clientes e do outro lado análise dos  recursos disponíveis (equipamentos e tecnologia) para atender os níveis de qualidade exigidos pelo cliente. Questionar o que agrega valor e que não agrega valor deve ser levado em consideração para um projeto com custos menores. O segundo elemento que deve ser considerado e ainda mais complexo de ser avaliado para fornecer informações precisas, é a estrutura de processos. A definição das operações  necessárias para a elaboração de um produto, considerando todas as suas peças, componentes e respectivos tempos de produção é um trabalho detalhado e sempre mais demorado do que o tempo disponível para fornecer todas as informações para o cálculo do custo industrial.   A área de processos, além de avaliar os recursos disponíveis (máquinas e pessoas) deve avaliar o sistema de produção empregado. A mão-de-obra pode ter mais ou menos especialização, implicando...

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A Importância de Entender Custos

A Importância de Entender Custos

Numa economia globalizada e a concorrência cada vez mais acirrada, torna-se essencial uma gestão eficiente da área de custos, visando identificar a rentabilidade dos negócios. É muito comum nas empresas, em diversos segmentos e portes, relegar a um segundo plano a análise de custos. Ou não aprofundar o assunto suficientemente, obtendo informações estratégicas para uma tomada de decisões que leve em conta o limite entre o preço que o cliente está disposto pagar e o mínimo necessário para a empresa garantir rentabilidade.   Normalmente as cotações de custos, especialmente de novos produtos, devem ser elaboradas com muita urgência, para responder ao cliente que cada vez mais espera menos para o fechamento de uma negociação. Isto exige muita agilidade e um banco de dados com informações atualizadas e confiáveis para efetuar as simulações de rentabilidade. Neste momento é necessária uma engenharia de produto e de processos correta para fornecer todos os elementos que compõem o custo. Nas verificações e auditorias do processo fabril, é muito comum encontrar dados estimados com margens de erro significativas entre o cálculo de custos orçado e o que efetivamente ocorre. Se o custo industrial, considerando os custos da matéria-prima e os custos do processo, como mão-de-obra, energia, manutenção e outros, não estiverem corretos as probabilidades de erros na formação do preço de venda são grandes, prejudicando a tomada de decisões na área comercial.   Muitas vezes, a área comercial não dispõe de parâmetros para uma negociação segura e saber até que ponto pode conceder descontos sem comprometer a rentabilidade. Outras vezes, a área comercial está utilizando tabelas de preços sem um conhecimento das reais margens de lucro, pois na formação do preço de venda houve estimativas. Ou seja, a área comercial desconhece se o produto está realmente gerando rentabilidade e se a sua margem de contribuição é positiva. O maior desafio na área de custos é obter cálculos cada vez mais próximos da realidade, pois...

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Falhas na Liderança 6 – Não Saber Escutar

Falhas na Liderança, Não Saber Escutar

A comunicação é uma das áreas mais importantes na gestão empresarial. Praticamente todas as ações envolvem alguma forma de comunicação da liderança com os liderados. Em todas as áreas os funcionários executam tarefas após orientação e treinamento sobre os procedimentos necessários para finalizar uma tarefa com qualidade. E nesta cadeia de atividades para chegarmos ao objetivo, entregando produtos e serviços de qualidade, a comunicação entre os colegas de trabalho e os respectivos superiores também deve ser de qualidade. No entanto, há uma grande dificuldade do ser humano em escutar. Ou seja, saber escutar na íntegra as informações sem interpretações e distorções. As pessoas respondem que entenderam e na maioria das vezes, executam a tarefa de forma diferente ou não fazem. É comum ao final da execução de forma diferente receber como resposta as seguintes afirmações, indicando a incompreensão do que foi solicitado: “eu pensei que podia ser assim”, “eu achei que…”, ( achismo – já abordado), “entendi, mas achei que ficaria melhor assim”, etc. Como percebemos, o achismo é muito forte.   Na comunicação devemos fornecer informações claras e verificar se o receptor está compreendendo. Ou seja, se está escutando. Em diversos exercícios de comunicação já realizados durante treinamentos com os mais variados públicos, a capacidade em ouvir na comunicação recebe a menor pontuação. Confirma-se que a maior dificuldade é não saber escutar para fazer o que foi solicitado. Quando não se compreendeu, embora tenha escutado, devemos ter o cuidado para conferir as informações e confirmar o que realmente deve ser feito. Todos tem seus interesses e em função disso, muitas vezes até entenderam a tarefa, porém acrescentam as suas visões e interpretações. Assim, é papel da liderança escutar a sua equipe, entendendo as dificuldades e desta forma é possível desenvolver um feedback positivo, removendo barreiras. O mesmo direito e dever para falar deve ser respeitado para ouvir.     MsC Adelino Denk, CRA 1766; administrador, professor e consultor....

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Falhas na Liderança 5 – Coordenação x Cooperação

Falhas na Liderança, Coordenação x Cooperação

Analisaremos a dificuldade mais comum na liderança: a dificuldade entre obter a cooperação e a coordenação para resultados. É papel da liderança desenvolver ações visando obter a cooperação das pessoas. Para tanto, é necessário ter iniciativa e propor ações, comunicando os objetivos do plano e explicando porque para obter a cooperação.   O grupo deve estar motivado e isso acontecerá a partir do momento que as pessoas compreendem o valor das suas ações para o bem comum ou o alcance dos objetivos propostos. A partir daí, as pessoas cooperam, participando e dando feedback sobre o que está funcionando e o que não está funcionando. Há uma interação positiva e o líder deve identificar constantemente quem não está cooperando ou cooperando pouco para perceber quais estímulos devem ser utilizados, visando maior integração e obtenção da cooperação integral de todos. Desta forma, o grupo caminha para alcançar os objetivos propostos. No entanto, não basta obter a cooperação das pessoas. Muitas vezes, todos estão participando e colaborando, porém se não houver a coordenação dos esforços para o objetivo, também não serão obtidos os resultados suficientes.   A coordenação deve organizar o processo, estabelecendo as prioridades e definindo as responsabilidades para saber quem faz o que e quem obedece quem. Somente com a boa coordenação dos esforços, persistirá um clima de motivação e cooperação, pois o grupo percebe que os resultados estão sendo obtidos e mantém o foco de atuação. Isto exige, em muitos momentos, uma reflexão sobre as atividades que estão sendo desenvolvidas, especialmente do líder, identificando possíveis falhas para obter a cooperação de um lado e outras falhas na coordenação do processo. Não basta boa vontade e cooperar, é necessário unir a coordenação para que os resultados sejam positivos. Destaca-se aqui a importância da comunicação para que a cooperação e coordenação funcionem no sincronismo desejado. Quanto mais harmonia e clareza no processo de comunicação, maior será a participação e a oportunidade...

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