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Falhas na Liderança 9 – Descontrole Emocional

Falhas na Liderança 9 - Descontrole Emocional

      A inteligência emocional desperta cada vez mais interesse na liderança, pois a questão do controle ou descontrole emocional afeta diretamente o desenvolvimento de uma boa liderança. Todo ser humano possui emoções, porém tanto líderes como liderados tem percepções diferentes e lidam com as questões emocionais de forma diferenciada. Muitos líderes são mais racionais, ou seja, tendem ser menos sensíveis as questões ligadas ao sentimento das pessoas nas mais diversas situações enfrentadas.   Para os racionais as soluções são mais simples e objetivas e são valorizados os resultados, os números. Muitas vezes, não há empatia para se colocar no lugar do outro e perceber as dificuldades enfrentadas. Por outro lado, os emocionais são mais sensíveis e perceptivos quanto aos sentimentos envolvidos tanto de frustrações como também de euforias. Há uma dificuldade maior de posicionamento enquanto líder, pois tem medo de magoar ou ser magoado. Mesmo na tentativa de classificarmos as atitudes dos racionais e dos emocionais temos dificuldades, pois não há como classificar de forma precisa sentimentos e emoções. Temos sim, perfis mais racionais e outros mais emocionais. Entende-se que os extremos não são saudáveis na liderança, pois excesso de racionalidade pode dificultar relacionamentos e adesão dos liderados. Excesso de valorização das emoções também pode fragilizar em função da falta de postura e definição.   Desta forma, novamente a busca de equilíbrio entre razão e emoção é essencial para uma liderança eficaz. Há momentos que a situação exige mais racionalidade e o líder deve perceber que o posicionamento deve ser objetivo, porém orientando em relação ao enfrentamento das emoções que serão vivenciadas. Em outros momentos a situação exige mais emotividade e o líder se posiciona de forma mais branda, explorando os sentimentos do momento, no entanto, sem perder o controle. Quando a emoção domina o processo, há insegurança e indefinição. Quando a razão domina, poderá ocorrer a soberba e a exploração. Em síntese, a autoavaliação é essencial...

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Implantação de Programa de Participação de Resultados (PPR) – W3Sat

Inplantação PPR W3Sat

No dia 15 de Julho de 2013, na Sociedade Musical de Rio Negrinho aconteceu a apresentação do Programa de Participação de Resultados (PPR), a todos os funcionários da empresa W3Sat. O diretor e consultor da AMC, Adelino Denk apresentou o projeto junto com os diretores Marlon Weiss e Helmut Weihermann. O Programa visa estimular a participação e o trabalho em equipe e sendo alcançadas as metas do Programa, os funcionários poderão obter em torno de um salário adicional no ano.                                                                      ...

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Falhas na Liderança 8 – Relacionamento Interpessoal

Falhas na Liderança, Relacionamento Interpessoal

Ter um bom relacionamento interpessoal é essencial para todas as pessoas e especialmente para o líder que tem a função de influenciar as atitudes dos seus liderados. O relacionamento deve ser amistoso, mas acima de tudo respeitoso. Não quer dizer que sempre devemos agradar e parecer que estamos concordando para evitar conflitos. O relacionamento exige posicionamento com base em fatos e dados, visando solucionar, debater, analisar e quando necessário criticar positivamente para a evolução. Isto exige respeito às ideias dos outros e praticar o saber ouvir. Quando sabemos ouvir, iniciamos o processo de compreender e interpretar corretamente as informações para então se posicionar.   Enfatizamos que neste processo ocorre o verdadeiro aprendizado. Desenvolver um bom relacionamento interpessoal significa praticar o equilíbrio, evitando os extremos no relacionamento. Temos a oportunidade de se expressar, mas também devemos respeitar o direito dos outros de se expressarem. As organizações que buscam a excelência nas suas ações, devem também desenvolver um relacionamento interpessoal de excelência, oportunizando a troca de informações em espaços onde as pessoas possam manifestar ideias e questionar assuntos.   O relacionamento interpessoal será melhor quando as pessoas estão em equilíbrio interior e seguras quanto as suas ações. Assim o líder deve sempre estimular um ambiente favorável à troca de informações, valorizando a expressão de todos, porém com respeito as regras combinadas para uma boa convivência. Uma forma que funciona muito bem é estabelecer uma espécie de contrato prévio de regras de convivência, onde as partes convencionam o que é bom e o que não é na relação entre as pessoas. Resgatando o que foi combinado em momentos de desequilíbrio, facilita para reequilibrar as relações numa sensação que estamos evoluindo e num processo de ganha-ganha, evitando a sensação de perda e desconfiança na relação. Quando há desconfiança no processo de relacionamento tudo fica difícil. A confiança se conquista com demonstrações contínuas de que ela é merecida. Basta um ato e tudo pode...

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Falhas na Liderança 7 – Falta de objetividade e simplificação

Falhas na Liderança, Falta de Objetividade e Simplificação

Há um ditado objetivo que diz: As coisas simples funcionam. E acrescentamos: desde que praticadas com disciplina e continuamente. O segredo da liderança é orientar pessoas de forma objetiva e simplificando as coisas. A questão é que muitos líderes acabam complicando o processo, utilizando linguagem confusa e por interesses dissimulando as ideias. Há pessoas que possuem uma impressionante capacidade de “enrolar” as coisas. Normalmente há duas razões para isso. Em primeiro lugar, não se sabe o que fazer. Falta o conhecimento, a experiência e assim, o processo trava por conta das dúvidas, da insegurança. Neste momento, o líder ou mesmo o liderado deveriam “levantar a mão” para eliminar as dúvidas, questionando sobre os pontos que permanecem confusos ou que não estão claros. No entanto, o medo e o comodismo fazem muitos líderes não agirem e perdem a oportunidade de simplificar e orientar as pessoas para o objetivo com clareza.   Em segundo lugar, os líderes não desejam esclarecer o verdadeiro objetivo em função dos seus objetivos pessoais. É necessário ter visão e imparcialidade para orientar o grupo de maneira clara e objetiva. No entanto, é comum o desvio de foco, levando as pessoas a confusão e insegurança. Outra questão ligada à objetividade e simplificação está ligada ao nível educacional das pessoas. Portanto, a educação é a base do desenvolvimento de uma sociedade. Quanto melhor o nível educacional, maior a compreensão dos assuntos. E quanto melhor o nível de compreensão, mais as pessoas refletem, utilizando um método para avaliar o processo antes de se posicionar. Isto auxilia fortemente o processo de clareza e objetividade, pois as pessoas filtram as ideias e somente se posicionam quando é oportuno e de forma clara e objetiva.   Parece em muitos momentos que estamos num labirinto e não sabemos onde está a saída. Este sentimento fica compreendido melhor quando reagimos desta forma: “Como não pensei nisto antes?” “É tão óbvio.” “Como não percebi isso...

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Mudanças nas Empresas e nos Profissionais

Mudanças nas Empresas e nos Profissionais

Enfatiza-se a necessidade de mudanças, pois se sempre fazemos a mesma coisa, teremos os mesmos resultados. Assim, é necessário fazer de forma diferente o que fazemos, planejando novos desafios e se diferenciando dos outros. Os resultados são melhores para quem apresenta diferenciais. É comum a resistência às mudanças que atendam as necessidades da empresa. Ou as pessoas estão na “zona de conforto” e não desejam mudar pela comodidade em permanecer como estão, não executando as novas atividades. Ou não acreditam nas mudanças necessárias, por acreditarem que as exigências são muito grandes e que é possível aguardar. “Nada existe em caráter permanente, a não ser a mudança”, dizia Heráclito a 501 a.C. Ou seja, a única certeza que temos é que tudo muda e há a necessidade de se adaptar ao novo ambiente competitivo que se transforma todos os dias.   Há muitos profissionais, empresários e líderes que aguardam sinais mais evidentes de crise ou de ameaças para então agir. E aí pode ser tarde. Normalmente são reações as situações que já avançaram muito e não há mais tempo suficiente para tomar as providências necessárias. Assim, o planejamento não resolve mais, as decisões já são tardias e os efeitos podem gerar complicações irreversíveis, como a quebra de empresas, perda do emprego ou prejuízos. Portanto, empresas e profissionais devem estar predispostos a fazer mudanças de forma planejada, efetuando o controle dos resultados obtidos ao longo de determinado período. Somente assim, teremos um planejamento e controle eficaz, capaz de nos orientar para atingir as metas e não permitir que desvios aconteçam ao longo do caminho. Este processo exige liderança e sobre os princípios que devem ser abordados pela mesma, bem como as falhas mais comuns de liderança que impedem mudanças, avaliaremos nos próximos artigos.   MSc Adelino Denk, CRA 1766; administrador, professor e consultor.   Imagem retirada de: http://www.ezencutivo.com    ...

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Planejamento Estratégico

Planejamento Estrategico

Planejar é se preparar para o futuro. É pensar antes de agir. No entanto, preferimos agir de imediato e depois percebemos os desvios, os erros, as perdas pela falta do planejamento. A finalidade do planejamento estratégico é estabelecer quais serão os caminhos que devem ser seguidos para alcançar os objetivos ou resultados estabelecidos pela empresa. Assim, quando a empresa tem um planejamento estratégico, terá em suas mãos um mapa que irá guiá-la ao longo do caminho. O planejamento estratégico é uma ferramenta que pode ser comparada a um roteiro de viagem ou uma bússola, que irá indicar o rumo certo a ser tomado e também ajudar a corrigi-lo quando esse se desviar do que foi proposto. Independentemente do porte que a empresa possua, de ser uma empresa madura ou de estar abrindo um negócio, há a necessidade de um processo de planejamento. Essa necessidade é bem explicada na frase de Sun Tzu, guerreiro chinês que viveu há mais de 2.500 anos: “Se nós conhecermos o inimigo e a nós mesmos, não precisamos temer o resultado de uma centena de combates. Se nos conhecermos, mas não conhecermos ao inimigo, para cada vitória sofreremos uma derrota. Se não nos conhecermos nem ao inimigo, sucumbiremos a todas a batalhas”. Percebe-se nesta afirmação que o planejamento proporciona para a empresa auto conhecimento e conhecimento do ambiente ao seu redor. Através de um planejamento estratégico, a empresa saberá para onde seguir, pois definirá a sua visão. Define também seu propósito de existir (missão), e seus valores que irão guiar as atitudes das pessoas envolvidas. Terá condições de aproveitar as melhores oportunidades e minimizar as ameaças, utilizar os seus pontos fortes, minimizar os pontos fracos. Após todo o processo de análise é possível definir os objetivos e estabelecer metas. A efetivação do planejado se dá através do plano de ação, onde serão detalhadas as atividades, como serão desenvolvidas, quem é o responsável e até quando...

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