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Como reverter críticas ao seu favor

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A famosa gestão de crise é algo complexo e exige muito esforço para encarar as dificuldades em atitudes para o crescimento e aprendizado. Críticas sempre irão existir, sejam verdadeiras ou maldosas, porém o diferencial é saber lidar com isso para o bom andamento do seu negócio.   Não deixar se envolver pela emoção é um dos segredos, visto que a partir disso você estará defendendo sua ideia e pode levar a crítica construtiva como algo ruim, afetando o convívio com as pessoas. O interessante é se colocar no lugar do outro e tentar enxergar a situação de outro ângulo, filtrando as opiniões.   Mas sempre é bom destacar o que realmente irá lhe fortalecer para que se possa crescer como empresário ou profissional. Há muitas situações maldosas, envolvendo inveja, que neste caso não deve ser levado em consideração. Converse sempre com pessoas de confiança para obter diferentes pontos de vista e decidir qual a correta tomada de decisão. Críticas construtivas aliadas com uma mente aberta podem levar ao crescimento...

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Eventos movimentaram R$ 209,2 bi no Brasil em 2013

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O volume de recursos movimentado pela indústria de eventos no Brasil mais que quintuplicou em 12 anos. Estudo inédito contratado pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc Brasil) revela que esse segmento movimentou R$ 209,2 bilhões em 2013, o que representa uma participação do setor de 4,32% do PIB da economia brasileira. A pesquisa anterior sobre esse mercado, feita em 2002 com dados de 2001, apontou que a renda anual da indústria de eventos foi de R$ 37 bilhões naquele ano. A pesquisa foi realizada pelo Observatório do Turismo da Faculdade de Turismo e Hotelaria da Universidade Federal Fluminense, com apoio do ForEventos (Fórum do Setor de Eventos). A renda total desse mercado é a soma dos gastos feitos pelos participantes de feiras, congressos e outros eventos, pela receita gerada com a locação dos espaços destinados a esses encontros e o faturamento das organizadoras de eventos. Em 2013, o Brasil sediou 590 mil eventos, 95% deles nacionais e metade realizada na região Sudeste. Ao todo, eles tiveram a participação de 202,2 milhões de pessoas que gastaram, em média, R$ 161,80 por dia (o que somou gastos de R$ 99,3 bilhões). O estudo também mapeou a estrutura disponível para os eventos no Brasil. O país tem 9.445 espaços para feiras, congressos e eventos de diversas naturezas que totalizam 10,2 milhões de metros quadrados e 9,2 milhões de assentos. A locação desses espaços gerou, em 2013, mais de R$ 37 bilhões. O aluguel de cada assento para reuniões e afins custa, em média, R$ 9,90 por dia. O preço da locação diária do metro quadrado para feiras e afins é de R$ 11,26. Os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro são os mais procurados para o aluguel de espaços.A receita das empresas organizadoras de eventos aumentou 18 vezes, em 2013, se comparada a 2001. Ano passado, as mais de 60 mil empresas que organizam...

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Responsabilidade Social 11 – Sétima diretriz: Comprometa-se com bem comum

Falhas na Liderança 9 - Descontrole Emocional

O relacionamento ético com o poder público, assim como o cumprimento das leis, faz parte da gestão de uma empresa socialmente responsável. Ser ético, nesse caso, significa cumprir as obrigações de recolhimento de impostos e tributos, alinhar os interesses da empresa com os da sociedade, comprometer-se formalmente com o combate à corrupção, contribuir para projetos e ações governamentais voltados para o aperfeiçoamento de políticas públicas na área social. Contribuir decisivamente para o desenvolvimento de sua região e do país exige posicionamento político, buscando constantemente a transparência em todas as ações e defendendo ações de interesse do seu setor e do país. O empresário deve participar de sindicatos patronais e entidades de representação, adotando postura ética, respeitando os valores e princípios em prol da coletividade. A área de combate à corrupção merece especial atenção, valorizando a honestidade nas relações comerciais e com o poder público, combatendo o favorecimento ou práticas ilegais. Pequenos desvios de conduta podem levar a uma cultura de sempre “levar vantagem” e comprometer a imagem do negócio, dificultando a redução da corrupção na sociedade. O empresário ou líderes das organizações devem participar de fóruns locais visando contribuir na elaboração de propostas de desenvolvimento social e regional. Há conselhos específicos para o desenvolvimento de propostas na ampliação de atividades em projetos sociais, promovendo o crescimento profissional dos envolvidos e o bem comum. Na articulação com as entidades e integração com a comunidade, a responsabilidade social se torna mais consistente e se ampliam as possibilidades de desenvolvimento de lideranças com visão sistêmica e posicionamento cooperativo. Os ganhos serão do profissional envolvido em ações sociais, da empresa que está comprometida com o bem comum e da coletividade que se organiza para a solução dos seus problemas e amplia a qualidade de vida na comunidade.   MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

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Responsabilidade Social 10 – Sexta diretriz: Promova sua Comunidade

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A empresa que tem relação com sua comunidade possui um dos principais valores com os quais está comprometida. Respeito à cultura local, contribuição em projetos educacionais ou organizações comunitárias, destinação de verbas a instituições sociais e a divulgação de princípios que aproximam seu empreendimento das pessoas ao redor são algumas das ações que demonstram o valor que sua empresa dá à comunidade. Um entrosamento saudável e dinâmico com os grupos representativos locais na busca de soluções conjuntas para os problemas comunitários fará do seu empreendimento um parceiro da comunidade, reconhecido e considerado por todos. Algumas ações visando o desenvolvimento da comunidade: a) Identifique os problemas e busque soluções conjuntas: participar de reuniões de lideranças locais ou auxiliar na formação de alguma organização na comunidade buscando melhorias; participar de entidades patronais e apoiar na busca de soluções junto ao poder público; ceder instalações da empresa para eventos na comunidade; apoiar instituições sociais, educacionais e ONGs que atuam no entorno da comunidade; b) Invista na comunidade: efetuar a contratação de serviços na comunidade ajudando na sua revitalização; destinar recursos do imposto de renda para fundos municipais (ex: criança e do adolescente); c) Recrute funcionários na comunidade: especialmente nas comunidades menos favorecidas; d) Instale unidades da empresa em comunidades mais necessitadas: locais onde se promova o desenvolvimento social; e) Conscientize e estimule funcionários: aproveite oportunidades do seu envolvimento em projetos comunitários; f) Adote um projeto específico: desenvolver um projeto de apoio alinhado com a missão da empresa e necessidades mais urgentes da comunidade no entorno; g) Faça parceria com outras empresas: projetos maiores que não são possíveis individualmente podem ser apoiados por um conjunto de empresas, por exemplo, a reciclagem de materiais. Todas as ações são importantes, porém a mais nobre de todas é apoiar a educação e escolas da comunidade, fazendo parcerias e solucionando problemas como consertos, doação de tempo dos profissionais da empresa para oficinas, mutirões, palestras, doações e assim,...

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Desoneração para empresas que atuam no exterior tem extensão

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou na segunda-feira (15) a extensão dos benefícios da lei sobre tributação de lucros no exterior para todo o setor manufatureiro. A legislação, de maio deste ano, concede crédito fiscal de 9% às empresas de alimentos e bebidas, da construção civil e de serviços que atuam fora do país. Mantega explicou, que o objetivo é diminuir a incerteza jurídica que abrangia essas empresas, porque todas elas acabavam em conflito com o sistema tributário.   “Então, fizemos uma nova legislação normatizando, esclarecendo e dando condições para que as empresas paguem os impostos e, ao mesmo tempo, mantenham a competitividade.” Na ocasião, o ministro anunciou um decreto estendendo a validade da lei. As empresas nacionais que atuam no exterior devem pagar ao Fisco brasileiro o Imposto de Renda e a Contribuição Sobre o Lucro Líquido referentes à diferença do que já foi pago no país onde operam. A nova lei concede às empresas um desconto sobre o valor devido à Receita Federal.   Fonte: Revista...

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A vantagem de um bom relacionamento com fornecedores

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O bom atendimento ao cliente está ligado também ao bom relacionamento com fornecedores. Para que tudo funcione de maneira correta, conhecer bons fornecedores é um grande desafio, porém ao encontrar, há diversas formas criativas de trabalhar dentro deste mercado competitivo.   Um bom fornecedor lhe proporciona a diversidade de produtos, boas condições de pagamento, nova linha de produto/serviço, parceria, confiança que acarreta uma ótima negociação. É necessário avaliar, sempre no papel de comprador e fornecedor, que ambas as partes saiam ganhando. Sempre nesta relação, é preciso avaliar preço, mas principalmente qualidade, para que o seu cliente final não seja prejudicado.   O compromisso é um ponto que deve ser bem praticado, pois em boa parte das reclamações fica a questão da entrega e o não atendimento dos requisitos mínimos como qualidade, durabilidade, garantia e troca.   Para a empresa, o bom relacionamento com todos os seus públicos, é prioridade na gestão dos negócios. Confiança, parceria, transparência, um bom canal de comunicação e suporte são pontos a serem considerados na escolha de um fornecedor. Com estas características, os processos nas empresas se tornam organizados, contínuos e...

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