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Metade das empresas deve contratar temporários

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Com a aproximação das festas de fim de ano, os lojistas se preparam para atender a demanda aquecida do Natal, ampliando o seu quadro de funcionários. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) nas 27 capitais revela que mais da metade (53%) dos empresários dos setores do comércio e de serviços já contratou ou pretende contratar trabalhadores temporários neste fim de ano.   Estima-se que até o término de 2014 aproximadamente 209 mil temporários sejam absorvidos para preencher as vagas de emprego disponíveis. Em 2013, a estimativa do SPC Brasil era de que mais de 233 mil vagas seriam criadas para o mesmo período. A pesquisa indica, contudo, que neste ano os empresários estão mais cautelosos em contratar. Sete em cada dez (70%) dos empresários ouvidos pela pesquisa não pretendem aumentar o número de contratações temporárias em 2014, na comparação com o ano passado.   Na média, cada empresa deve contratar até o fim do ano entre três e quatro trabalhadores para reforçar seu quadro de funcionários. A intenção de efetivação dos temporários também apresentou queda. Em 2013, 52% das empresas pretendiam fazer pelo menos uma efetivação após o término do contrato dos temporários; este ano, o percentual passa a ser de 32%.   O estudo mostra, ainda, que quem procura uma colocação temporária em 2014 deve ficar atento, pois a maioria das contratações deve ocorrer entre os meses de outubro (37%) e novembro (38%), segundo a avaliação dos empresários pesquisados. Apenas 13% já efetuaram as contratações nos meses de agosto e setembro e 7% devem realizá-las somente em dezembro, quando faltarem poucas semanas para o Natal.   Fonte: Portal Economia SC...

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Pensando já em 2015

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Muitas empresas já estão no processo de planejar o ano de 2015 em diversas áreas, outras já estão fazendo isso há mais tempo. O planejamento estratégico é uma oportunidade para olhar a organização como um todo, de maneira crítica e completa, considerando detalhes que possam fazer ela melhorar o desempenho no mercado em que atua.   Dentro do planejamento estão definições de: missão, visão, valores e negócio. Com base nisso, os colaboradores são envolvidos para analisar o ambiente de forma mais ampla. Aspectos econômicos, sociais, ítens que influenciam clientes e fornecedores também são avaliados.   Com análise do ambiente externo e interno da organização, o planejamento estratégico merece destaque e importância pelo conjunto de ações que é possível desenvolver a curto, médio e longo prazo, não sendo algo somente momentâneo. As ações e metas devem ser monitoradas sistematicamente para obter crescimento e permanência em um mercado cada vez mais...

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São Bento do Sul recebe o 2º ENIT

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Em sua segunda edição, o Encontro de Negócios, Inovação e Tecnologia – ENIT, que acontece de 19 a 20 de novembro em São Bento do Sul, traz para região uma programação que envolve temas como empreendedorismo, novas tecnologias, marketing digital, inovação e mercado. Paralelo a realização de workshops, palestras e oficinas, acontece a Feira e Mostra Tecnológica, no qual empresas de todo o Estado estarão realizando a exposição dos seus produtos e serviços, oferecendo aos participantes e visitantes a troca de experiências, prospecção comercial, ampliação do networking e fortalecendo a marca. Nos dois dias da Feira será possível em um espaço amplo, realizar diversas atividades, inclusive a aproximação de empreendedores e empresários no “Café de relacionamento” que acontece nos intervalos das palestras. O Presidente do Conselho Curador da Fundação de Ensino, Tecnologia e Pesquisa – FETEP – Adelino Denk, reforça a geração de negócios em eventos como este. “O Enit é uma oportunidade de vitrine para as empresas, pois além da exposição, geração de negócios na área de inovação tecnológica, o encontro discutirá temas ligados ao empreendedorismo, modelos de negócios, política no setor e apresentação de cases de sucesso, reforçando a experiência, dificuldades e vitórias dos empresários do segmento”. Neste ano, a abertura da Feira e dos Workshops acontece no dia 19 de novembro às 13h30 na Promosul. No dia 19 o evento segue até 21h15. E no dia 20 inicia às 13h30, finalizando às 21h30. A entrada é gratuita mediante inscrição que pode ser realizada no sitewww.itfetep.org.br/enit. O evento é realizado pela Incubadora Tecnológica de São Bento do Sul. Confira a programação...

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Micro e pequenas empresas têm de informar impostos ao consumidor

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Desde segunda-feira (6), micro e pequenas empresas precisam informar os percentuais dos impostos federal, estadual e municipal que incidem sobre seus produtos e serviços. Essa determinação está prevista na Lei do Imposto na Nota – lei 12.741, de 2012. A Lei do Imposto na Nota foi criada para informar ao cidadão o quanto representa a parcela dos tributos que paga a cada compra realizada. Ela foi regulamentada pelo Decreto nº 8.264, de 5 de junho de 2014. Segundo a lei, devem ser divulgados sete impostos que influem na formação dos preços de mercadorias e serviços: ICMS, ISS, IPI, IOF, PIS/Pasep, Cofins e Cide. Para os Microempreendedores Individuais (MEI), a divulgação dessas informações é facultativa. O Sebrae e a Secretaria da Micro e Pequena Empresa recomendam que os empreendedores também busquem orientações junto a seus contadores. No caso das empresas que já emitem nota fiscal eletrônica, a adaptação imediata à lei é simples. Basta inserir um campo adicional na nota fiscal com essas informações, o que deve ser solicitado à fabricante do software. Na Internet, o empreendedor pode baixar uma planilha que calcula os percentuais, já organizados de acordo com o tributante, conforme determinado pela lei (União, Estado e Município). Além desse cálculo, a ferramenta permite a geração de um cartaz, que pode ser afixado em local visível do estabelecimento comercial e representa uma alternativa à inclusão desses dados nas notas fiscais.Acesse e confira: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/noticias/Lei-do-Imposto-na-Nota:-valor-dos-impostos-deve-constar-na-nota Fonte:...

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Dólar fecha no maior valor em seis anos e ultrapassa R$ 2,45

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Depois de uma sessão turbulenta, o dólar fechou no maior valor em seis anos. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 2,456, com alta de 1,64%. A cotação atingiu o valor mais alto desde 9 de dezembro de 2008, poucos meses após o início da crise econômica nos Estados Unidos. Na ocasião, o câmbio tinha fechado em R$ 2,471. Na máxima do dia, por volta das 9h20, o dólar chegou a atingir R$ 2,477. Apenas em setembro, a cotação acumula alta de 9,68%. No ano, o aumento chega a 4,17%. Mais cedo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, atribuiu a instabilidade no mercado financeiro ao quadro internacional. Segundo ele, nas últimas semanas tem havido volatilidade maior por causa da perspectiva de aumento da taxa de juros a partir de 2015 pelo Federal Reserve, Banco Central norte-americano, e de turbulências internas em vários países. Ao comentar o Relatório Trimestral de Inflação, divulgado nesta segunda-feira, 29, o diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Araújo, disse que a intensidade do repasse da variação da moeda norte-americana para a inflação é bem menor do que há dez anos. Para ele, o baixo crescimento da economia pode conter o efeito da alta do câmbio sobre os preços internos. Fonte: Agência...

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Ministro da Fazenda anuncia medidas para a indústria

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou segunda-feira (29), após reunião com empresários e representantes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na sede da entidade, medidas para dinamizar as exportações brasileiras. Ele classificou a agenda como complexa e urgente, e disse que as medidas beneficiam principalmente o setor de manufaturados, muito atingido pela crise econômica internacional de 2008. “O mercado consumidor de manufaturados se contraiu e isso fez com que houvesse uma disputa entre mercados menores, que crescem pouco. Este ano a expansão do comércio está entre 3% a 3,5%, enquanto vinha crescendo a 10%, 12%. Então falta mercado para todos os países que querem exportar. Isto levou a uma concorrência violenta e predatória, e tem dificultado nossas exportações”, disse. Entre as medidas destacadas para criar um ambiente de competitividade para o país estão uma política cambial que não permita valorização do câmbio, o que vem sendo feito, segundo o ministro, e políticas industriais que aumentem a produtividade do setor. “Mas o que tratamos aqui especificamente foi o Reintegra, que é um crédito fiscal dado às empresas e fixado em 3% do faturamento com as exportações. Ampliamos para que comece com essa porcentagem e não com 0,3%, como tínhamos fixado anteriormente”. Mantega reforçou que o governo tem agilizado procedimentos burocráticos de exportação e importação, desonerando produtos importados que viram insumo para futuras exportações. Além disso, os empresários e o ministro discutiram a formação de uma comissão com o Ministério do Trabalho, para examinar questões que possam ser resolvidas mais rapidamente e uma comissão para analisar as questões tributárias. Sobre as projeções divulgadas pelo Banco Central, que indicam queda do crescimento da indústria, o ministro comentou que os analistas devem estar verificando é o resultado alcançado até agora, embora os últimos indicadores sejam de algum crescimento. “Temos que tomar cuidado porque projeções são variáveis e vários órgãos estão fazendo projeções diferentes. O segundo semestre está sendo...

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