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Capital Intelectual 5 – O capital humano

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Há vasta literatura sobre capital humano na área da administração sobre diversas formas de ampliá-lo para garantir o sucesso das organizações, porém o desafio continua gigantesco. Todos reconhecem que o capital humano passou a ser o ativo mais importante, no entanto, continuam as dificuldades na retenção de talentos, na motivação e no desenvolvimento do potencial humano. O aumento do capital humano nas organizações está vinculado a geração de novas ideias e estas são livres (podem ou não ocorrer pela iniciativa das pessoas). Ou seja, para ampliarmos o conhecimento e a inovação, são necessárias novas ideias construtivas e valiosas geradas pelas pessoas. Os colaboradores, portanto, devem pensar para gerar novas ideias e inovação no ambiente de trabalho, o que é possível quando concedemos autonomia e liberdade. Como ainda se prioriza atividades rotineiras e modos tradicionais de gerenciamento, há pouca criatividade e as pessoas não trazem as ideias novas suficientes para o processo de inovação. Assim, temos funcionários, trabalhadores ou mesmo colaboradores que recebem pelo trabalho que realizam, mas agregam pouco no capital intelectual. Ou seja, o capital humano (pessoas criativas e inovadoras) não é ampliado na velocidade suficiente para acompanhar as transformações no mercado. Para viabilizar avanços é necessário minimizar o trabalho burocrático, competições internas e tarefas irracionais, utilizando a tecnologia da informação para a produtividade e liberando as pessoas para aprenderem mais sobre a empresa e sua tecnologia, produzindo ideias novas. Parece simples, mas é mudança de paradigma muito séria, pois o foco passa ser a inteligência e como desenvolvê-la e não apenas o trabalho. Como este processo é abstrato e as informações e o capital humano se dissipam com facilidade, há o enorme desafio de concentrar esforços para o alinhamento das pessoas na manutenção da inteligência organizacional, ou a consciência coletiva que o capital humano articulado e com estratégia focada viabiliza a ampliação do capital intelectual. Nos próximos artigos, analisaremos ideias sobre como desenvolver a inteligência organizacional.  ...

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Capital Intelectual 4 – O trabalhador do conhecimento

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O desafio cada vez mais intenso na empresa do conhecimento é contar com trabalhadores do conhecimento, pessoas capazes de aprender e absorver funções antes atribuídas apenas ao supervisor ou gerente. O trabalhador do conhecimento planeja as suas atividades, verifica a programação e supervisiona o seu próprio trabalho a fim de atingir os objetivos ou garantir a qualidade e prazos da atividade que desenvolve. Com o processo de automação e tecnologia da informação agregada em máquinas e atividades administrativas, o trabalho está cada vez mais parecendo abstrato e o número de pessoas em atividades indiretas está aumentando nas organizações. Não apenas aumenta o número de trabalhadores do conhecimento como está aumentando o conteúdo de conhecimento do trabalho. É necessário desenvolver novas habilidades e experiências em informática, comando numérico em programações, mídias sociais, internet e diversas outras tecnologias vitais para o desenvolvimento do trabalho qualificado. No entanto, enquanto aumentam as exigências de qualificação do trabalhador para obter mais produtividade, qualidade e competitividade, continua uma lacuna entre as exigências de conhecimento e a educação, muitas vezes não atualizada e alinhada com as novas demandas. As empresas buscam cérebros que auxiliem na solução de problemas, ajudem a pensar nas melhorias e aumentar a eficiência, oferecendo inclusive melhores salários, porém, há dificuldades de preencher todas as vagas mesmo com pessoas disponíveis no mercado de trabalho. Portanto, estamos no fim do processo de gerência e trabalho como conhecemos. Caminhamos rapidamente para um trabalho com algo parecido ao profissional liberal, exigindo expertise elevada e com relações diferenciadas da hierarquia tradicional. Na era do capital intelectual, os profissionais serão cada vez mais itinerantes, levando consigo informações (notebooks, smartphones, ipads, tablets, etc.) e o seu cérebro nas tarefas essencialmente humanas: pensar, sentir, agir, relacionar-se. As tarefas repetitivas e de esforço físico ficarão por conta das máquinas automatizadas, cuja tecnologia o cérebro desenvolve (o trabalhador do conhecimento).   MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

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Capital Intelectual 3 – A empresa do conhecimento

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A tecnologia da informação possui dupla finalidade cuja compreensão é fundamental para a empresa do conhecimento. Por um lado, a tecnologia pode ser aplicada na automatização das operações, visando a substituição de pessoas por tecnologias que permitem a realização dos processos com maior controle e continuidade. Por outro lado, a mesma tecnologia gera simultaneamente informações sobre os processos, utilizadas pela organização para planejar e executar o trabalho. Assim, a tecnologia da informação possibilita análises mais profundas, pois não apenas acelera atividades como torna viável a empresa buscar informações num nível mais profundo e obter novos domínios para a competitividade. O conhecimento gerado com estas informações será o diferencial na análise das estratégias a serem seguidas e pode garantir o sucesso no futuro. A empresa do conhecimento, portanto, compete utilizando de forma inteligente a informação, eliminando estoques, gargalos e reduzindo cada vez mais a circulação física. Um exemplo é o dinheiro que na economia do conhecimento, segue um fluxo de transferências eletrônicas sem necessidade do fluxo físico. Nesta transação são necessários softwares de gerenciamento e controle, exigindo profissionais da informática, altamente especializados em conhecimentos tecnológicos. O mesmo ocorre, por exemplo, na empresa de logística, pois apesar da circulação física, o gerenciamento qualificado das informações permitem resultados melhores. A empresa tradicional possui um conjunto de ativos para atingir os seus objetivos e a empresa do conhecimento é diferente, pois os ativos são intangíveis não estando claro quem os possui e como cuidar destes ativos. Assim, o novo desafio nas organizações voltadas para o conhecimento é domínio da tecnologia da informação, estruturando negócios com menos ativos físicos e com mais ativos intangíveis (tecnologia da informação, conhecimento, inovação), o chamado capital intelectual. As empresas venderão sempre mais a sua expertise e assim o capital intelectual é o ativo mais valioso, exigindo sempre mais trabalhadores do conhecimento, a ser detalhado no próximo artigo.       MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

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Treinamento sobre liderança é realizado na cidade de Rio Negro

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Neste mês de novembro, a AMC Assessoria Empresarial, através do seu diretor Adelino Denk, realizou no município de Rio Negro/PR a capacitação “Liderança Eficaz e Gestão de Excelência” com a participação das empresas Madem, Colo, Zenker e Tranorte.   O curso abordou principalmente as características de comportamento e habilidades para mudança, estilos de liderança e quais as falhas da liderança e como corrigi-las. Contando com a participação de 22 pessoas, a AMC agradece a oportunidade e participação de...

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Exportações catarinenses têm alta de 6,4% em 2014

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As exportações realizadas em Santa Catarina acumulam alta de 6,4% entre janeiro e outubro, na comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho segue fortemente influenciado pelas altas nos embarques de soja (74,4%) e carne suína (55%). O produto líder em vendas para o exterior segue sendo a carne de frango, que sobe 2% no ano. O desempenho do Estado contrasta com queda de 4,2% no total brasileiro de exportações. Entre os principais destinos dos produtos que saem por Santa Catarina, os Estados Unidos recuperaram a liderança da lista, acumulando US$ 985 milhões, em alta de 16,5%. Apesar da alta de 45,42% sobre 2013, a China caiu para o segundo lugar, com US$ 935,8 milhões, depois de quatro meses como principal destino das exportações catarinenses. As importações também estão em alta no Estado. De janeiro a outubro, a entrada de mercadorias cresceu 9,7%, na comparação com os dez primeiros meses de 2013. Entre os dez principais produtos que chegam ao Estado, as maiores altas foram em automóveis (290%), laminados de ferro e aço (90,5%) e polipropileno (77%). Com embarques de US$ 7,768 bilhões e desembarques de US$ 13,478 bilhões, a balança comercial catarinense está negativa em US$ 5,710 bilhões. Fonte:...

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Pedidos de falências recuam em outubro

Sem título

Os pedidos de falências de empresas recuaram 21,5% em outubro, ante o mês anterior, segundo o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, divulgado nesta segunda-feira (10). Foram feitos 142 pedidos de falência em todo o país, contra 181 em setembro, quando houve o pior resultado do ano em número de empresas nesta condição. Na comparação com outubro de 2013, o número de pedidos de falência também caiu 21,5%. Dos 142 pedidos de falência efetuados em outubro de 2014, 76 foram de micro e pequenas empresas, 28 de médias e 38 de grandes. A geração de caixa positiva no Dia das Crianças favoreceu a solvência das empresas em outubro, de acordo com os economistas da Serasa Experian, fazendo recuarem os pedidos de falência em relação ao mês anterior. Fonte: Serasa...

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