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Capital Intelectual 2 – A economia do conhecimento

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O conhecimento sempre foi importante ao longo da história. A questão central é que o conhecimento é cada vez mais estratégico, pois na Era Industrial a velocidade das mudanças e a quantidade de informações era muito diferente dos dias atuais. A Era do Conhecimento reflete a economia do intangível com a inovação presente em todos os produtos e serviços e mudanças em velocidade muito superiores. Assim, para compreendermos a revolução econômica em marcha, é necessário entender a Era da Informação. Quanto mais compartilhamos informações de ponta, mais aumentamos o capital intelectual. O conhecimento é diferencial quando assumimos a prioridade para aumentar o estoque do capital intelectual, mais importante do que os recursos materiais, máquinas e instalações. Assim, as pessoas, geradoras do conhecimento e sua ampliação, se tornam o principal fator no sucesso e resultados de uma organização. É necessário administrar (encontrar e estimular o capital intelectual), armazenar, vender e compartilhar o conhecimento. Em síntese, a indústria está se desmaterializando e o conceito de produção e produto está mudando. Não estamos mais oferecendo produtos ou serviços no sentido material, e sim soluções que agregam cada vez mais informação e conhecimento. O termo produto não é mais somente físico. Logicamente há o conhecimento puro no setor de serviços, por exemplo, a hora de um advogado ou consultor, pois está sendo remunerado a capacidade mental. No entanto, estamos num ciclo evolutivo onde o conhecimento é cada vez mais a maior parte de um produto (solução) ou serviço. Assim, na economia baseada no conhecimento, o sucesso das organizações depende de novas habilidades e novos tipos de organização, especialmente o gerenciamento multifocal, multidisciplinar e pensamento sistêmico, enfrentando as mudanças contínuas e melhorando as abordagens, evitando a defasagem. O aprendizado contínuo buscando qualificação é postura prioritária, visando o alinhamento com a economia do conhecimento.   MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA 1766...

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Capital Intelectual 1 – Conhecimento como vantagem competitiva

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O capital intelectual são as informações e os conhecimentos acumulados para promover uma gestão diferenciada nos negócios visando o sucesso empresarial sustentável. Estamos vivendo a era das transformações rápidas através da tecnologia da informação com acessibilidade ao conhecimento de forma abrangente. Assim o capital intelectual é estratégico nas organizações que pretendem manter a competitividade, pois é necessário somar conhecimento através de todas as pessoas para proporcionar vantagens competitivas. Este capital é intangível e de difícil mensuração, porém é de fundamental importância na eficácia empresarial. Esta somatória de conhecimento (treinamentos, experiências, educação) que chamamos de know–how e informação (tecnologias, redes, internet) a chamada TI (tecnologia da informação), torna a organização mais eficaz e rápida na obtenção da gestão de excelência, garantindo sobrevivência a longo prazo. O conhecimento e a informação passam a gerar riqueza e a organização pode reagir de forma mais eficiente que os competidores, obtendo vantagens. Desta forma necessitamos de empresas voltadas para o aprendizado contínuo, gerando novos conhecimentos constantemente, utilizando do compartilhamento de informação de forma eficiente. É um novo paradigma de gestão empresarial, onde há a necessidade de mudanças num panorama de negócios onde a atenção aos modismos gerenciais e percepção aguçada quanto às tendências é crucial. As transformações podem impactar positiva ou negativamente. A nova economia baseada no conhecimento exigirá um novo aprendizado em como gerenciar o conhecimento. Entendemos que o conhecimento sempre teve a sua importância, porém o assunto se tornou prioridade e o mais importante. Nas próximas edições aprenderemos como podemos administrar o capital intelectual, novos princípios da economia do conhecimento, novas concepções organizacionais e como a gestão do conhecimento impacta na carreira profissional de líderes e gestores.       MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

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Responsabilidade Social 11 – Sétima diretriz: Comprometa-se com bem comum

Falhas na Liderança 9 - Descontrole Emocional

O relacionamento ético com o poder público, assim como o cumprimento das leis, faz parte da gestão de uma empresa socialmente responsável. Ser ético, nesse caso, significa cumprir as obrigações de recolhimento de impostos e tributos, alinhar os interesses da empresa com os da sociedade, comprometer-se formalmente com o combate à corrupção, contribuir para projetos e ações governamentais voltados para o aperfeiçoamento de políticas públicas na área social. Contribuir decisivamente para o desenvolvimento de sua região e do país exige posicionamento político, buscando constantemente a transparência em todas as ações e defendendo ações de interesse do seu setor e do país. O empresário deve participar de sindicatos patronais e entidades de representação, adotando postura ética, respeitando os valores e princípios em prol da coletividade. A área de combate à corrupção merece especial atenção, valorizando a honestidade nas relações comerciais e com o poder público, combatendo o favorecimento ou práticas ilegais. Pequenos desvios de conduta podem levar a uma cultura de sempre “levar vantagem” e comprometer a imagem do negócio, dificultando a redução da corrupção na sociedade. O empresário ou líderes das organizações devem participar de fóruns locais visando contribuir na elaboração de propostas de desenvolvimento social e regional. Há conselhos específicos para o desenvolvimento de propostas na ampliação de atividades em projetos sociais, promovendo o crescimento profissional dos envolvidos e o bem comum. Na articulação com as entidades e integração com a comunidade, a responsabilidade social se torna mais consistente e se ampliam as possibilidades de desenvolvimento de lideranças com visão sistêmica e posicionamento cooperativo. Os ganhos serão do profissional envolvido em ações sociais, da empresa que está comprometida com o bem comum e da coletividade que se organiza para a solução dos seus problemas e amplia a qualidade de vida na comunidade.   MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

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Responsabilidade Social 10 – Sexta diretriz: Promova sua Comunidade

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A empresa que tem relação com sua comunidade possui um dos principais valores com os quais está comprometida. Respeito à cultura local, contribuição em projetos educacionais ou organizações comunitárias, destinação de verbas a instituições sociais e a divulgação de princípios que aproximam seu empreendimento das pessoas ao redor são algumas das ações que demonstram o valor que sua empresa dá à comunidade. Um entrosamento saudável e dinâmico com os grupos representativos locais na busca de soluções conjuntas para os problemas comunitários fará do seu empreendimento um parceiro da comunidade, reconhecido e considerado por todos. Algumas ações visando o desenvolvimento da comunidade: a) Identifique os problemas e busque soluções conjuntas: participar de reuniões de lideranças locais ou auxiliar na formação de alguma organização na comunidade buscando melhorias; participar de entidades patronais e apoiar na busca de soluções junto ao poder público; ceder instalações da empresa para eventos na comunidade; apoiar instituições sociais, educacionais e ONGs que atuam no entorno da comunidade; b) Invista na comunidade: efetuar a contratação de serviços na comunidade ajudando na sua revitalização; destinar recursos do imposto de renda para fundos municipais (ex: criança e do adolescente); c) Recrute funcionários na comunidade: especialmente nas comunidades menos favorecidas; d) Instale unidades da empresa em comunidades mais necessitadas: locais onde se promova o desenvolvimento social; e) Conscientize e estimule funcionários: aproveite oportunidades do seu envolvimento em projetos comunitários; f) Adote um projeto específico: desenvolver um projeto de apoio alinhado com a missão da empresa e necessidades mais urgentes da comunidade no entorno; g) Faça parceria com outras empresas: projetos maiores que não são possíveis individualmente podem ser apoiados por um conjunto de empresas, por exemplo, a reciclagem de materiais. Todas as ações são importantes, porém a mais nobre de todas é apoiar a educação e escolas da comunidade, fazendo parcerias e solucionando problemas como consertos, doação de tempo dos profissionais da empresa para oficinas, mutirões, palestras, doações e assim,...

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Responsabilidade Social 9 – Quinta diretriz: Proteja Clientes e Consumidores

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O cliente é a principal razão da empresa e portanto é essencial adotar procedimentos de responsabilidade social, visando oferecer produtos e serviços confiáveis, de qualidade e com segurança. É necessário disponibilizar todas as instruções necessárias quanto ao uso dos produtos e riscos potenciais e como eliminar danos à saúde dos consumidores. A responsabilidade da empresa não se encerra no momento da entrega e sim em todos os momentos na rotina de trabalho para promover ações que melhorem a credibilidade e atendam as normas vigentes. Neste sentido é importante observar: a) Promova o uso do produto com segurança e responsabilidade: verifique se os produtos não são prejudiciais à saúde e segurança dos consumidores em todo o ciclo de vida, procurando ir além do básico como o descarte, por exemplo, e promovendo ações educacionais para o correto uso; b) Ofereça informações específicas corretas: garanta o que está especificado nos manuais e se possível vá além do que a lei determina; c) Elimine práticas antiéticas: cumpra o que determina a lei e evite práticas de desvio ou exageros que possam comprometer o que foi combinado; d) Evite publicidade “tóxica”: utilize informações positivas e motivadoras de hábitos saudáveis e que possam ser visualizadas pelas crianças, especialmente mensagens enganosas; e) Ouça manifestações do cliente: aceite sugestões e críticas dos clientes para melhorar o desempenho do produto e da própria empresa; f) Procure oportunidades comerciais alternativas: desenvolva produtos e soluções para públicos específicos como idosos, pessoas com necessidades especiais, etc. Enfim, o cliente é a principal fonte de informações para a melhoria contínua no desempenho dos produtos e serviços oferecidos pela empresa. Cada vez mais é necessário pensar e planejar de forma inovadora em processos de inclusão social para disponibilizar soluções sintonizadas com as necessidades dos clientes. Nenhuma organização será duradoura se não estiver em movimento constante de mudanças, ouvindo o cliente e atendendo as suas expectativas.     MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214...

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Responsabilidade Social 8 – Quarta diretriz: Envolva Parceiros e Fornecedores

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Todo empreendimento socialmente responsável deve estabelecer um diálogo transparente com fornecedores, cumprir os contratos com qualidade e auxiliar no desenvolvimento do fornecedor nas suas ações de responsabilidade social. Na terceirização de serviços deve ser estimulado o desenvolvimento de ações que ampliem as condições de trabalho e conscientização da responsabilidade social dos terceiros. As atitudes e ações importantes para o desenvolvimento das parcerias devem priorizar: a) Comunique claramente as expectativas: informe aos fornecedores e parceiros os padrões adotados pela empresa e esclareça objetivamente todos os requisitos que serão utilizados no desenvolvimento da responsabilidade social; b) Defina um compromisso em relação as práticas trabalhistas: em contratos de fornecimento especifique as práticas trabalhistas importantes que assegurem o cumprimento de condições adequadas de trabalho alinhadas com a legislação e dignidade do trabalhador; c) Monitore o cumprimento das regras estabelecidas: visite os fornecedores e verifique as práticas de trabalho, padrões de qualidade e manutenção do ambiente de trabalho em condições adequadas de organização; d) Estimule o clima de cooperação: as parcerias com fornecedores tendem a melhorar se há incentivo para o desenvolvimento de ambiente de cooperação, estimulando a análise de sugestões e avaliação das melhorias. Em síntese, a agregação de valor na cadeia de suprimentos ocorrerá se houver um diálogo aberto na busca de soluções que estimulem o desenvolvimento de práticas úteis para o dia a dia no relacionamento e fornecimento dos produtos e serviços, integrando cada vez mais práticas de responsabilidade social, especialmente a valorização do ser humano e suas condições de trabalho. Todo relacionamento quando está baseado no processo ganha-ganha tende a ser duradouro e favorece a acumulação de experiências que permitem o crescimento e desenvolvimento. Se a sua organização está em expansão ou desenvolvimento de novas práticas de gestão, é importante que os fornecedores e parceiros também incorporem novas práticas acompanhando o ritmo das mudanças.   PARCERIA GANHA-GANHA   MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

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