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Planejamento e Estratégia 1 -Visão, missão e valores

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Quando iniciamos o planejamento na empresa ou mesmo na vida pessoal é necessário avaliar com profundidade alguns pontos essenciais (a visão, missão e valores) que serão norteadores do planejamento e das escolhas a serem feitas. Se ainda não temos a noção completa sobre o planejamento e os resultados e ações necessárias, podemos efetuar revisões ou ajustes ao longo do processo. O importante é ter consistência entre as diversas etapas do planejamento. A visão é a definição do foco central do negócio ou da vida profissional. É o que desejamos ser a longo prazo. O questionamento nesta fase é sobre a identidade e como seremos vistos pelos clientes, fornecedores ou pessoas com as quais nos relacionamos. A visão é o direcionador das ações para atingirmos o alvo definido, consciente da mobilidade necessária para atingir o alvo em função dos cenários em transformação nos próximos anos. Por sua vez, a missão é a essência do negócio ou a experiência do profissional, definindo a especialidade e competências essenciais para oferecer os produtos ou serviços. Ou seja, o cliente reconhece qual o compromisso com a sociedade no entorno e identifica para que o negócio existe ou qual a missão do profissional nas organizações. Com base na missão são estabelecidos os fatores críticos de sucesso, permitindo o atingimento da missão com eficácia. Os valores são os propósitos e compromissos assumidos para dar sustentação a visão e a missão. Não é possível cumprir a visão e missão com distorções nos valores ou permitir que os profissionais definam interesses próprios. Os valores sustentam os interesses da organização e facilitam o alinhamento das ações na direção da visão e missão definidas. O profissional autônomo ou vinculado na organização também deve ter seus próprios valores e princípios, sinalizando a sua conduta nas diferentes ações e facilitando o processo decisório, pois mesmo sendo necessária a flexibilidade, não deverão ocorrer desvios nos valores definidos e comunicados que sustentam o comportamento...

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Desafios 2015 – Atitudes inovadoras

Sustentabilidade-Empresarial

Após as reflexões costumeiras de final de ano, identificando os fracassos ou sucessos ao longo de 2014, tenhamos especial concentração nos desafios para 2015. Feliz Novo Ano, muita energia e saúde com muitas realizações. Renovemos não somente as esperanças de um ano melhor, mas também a perseverança com energia positiva para enfrentar obstáculos e enfrentar os desafios. Não adianta mais lamentar o que aconteceu ou deixou de acontecer em 2014. O foco é o futuro em 2015 com atitudes inovadoras. Se fizermos a mesma coisa, teremos os mesmos resultados, portanto, façamos coisas diferentes. Seguem dicas úteis para ampliar as possibilidades de inovação e resultados diferentes: 1) Mantenha o foco nos seus pontos fortes e fortaleça-os ainda mais. As chances de resultados positivos e inovadores são maiores se ampliamos as competências naquilo que somos bons; 2) Analise com detalhismo onde houve fracasso, desânimo ou resultados insuficientes. A avaliação das causas do insucesso com autocrítica coerente auxilia no planejamento de novas etapas, evitando os erros já cometidos. Neste ano, podemos cometer novos erros, porém não repetir os já cometidos; 3) Planeje os objetivos profissionais e pessoais, visando equilíbrio consciente das atividades e priorizando não somente o sucesso patrimonial e financeiro, como também a evolução no conhecimento e ética a serviço do desenvolvimento dos outros. A evolução plena e satisfação ocorre quando ajudamos e o Universo retribuirá; 4) Desenvolva o seu propósito de vida, com reflexão profunda da sua missão. O importante é fazermos o vital nesta vida para deixarmos o legado, a obra que auxilie na autoevolução; 5) Defina prioridades nos objetivos e ações. Não é possível atender tudo. Especial atenção para a sequência das atividades, promovendo o encadeamento e crescimento ordenado nas áreas-chave; 6) Defina prazos para os objetivos estabelecidos e revise-os com frequência. O planejamento sem controle não conduz aos resultados, pois não há disciplina para a manutenção da performance; 7) Inclua inovações nos seus objetivos. Aprenda coisas novas...

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Capital Intelectual 6 – Inteligência organizacional

Falhas na Liderança, Não Saber Elogiar

As empresas diante de uma competitividade cada vez maior, necessitam diferenciar os seus negócios, exigindo maior conhecimento e inovação das suas equipes para manter clientes ou atrair novos. Assim, a inteligência organizacional é a capacidade de reter talentos, ampliar competências, desenvolver o conhecimento, aumentando o capital intelectual da organização, através do capital humano. Há 4 áreas básicas na análise da inteligência organizacional: 1) Profissionais de fácil substituição e pouco valor agregado: a organização não depende dos indivíduos, pois é possível contratar outros ou treinar rapidamente novos contratados na função (ex: repositor de estoques no supermercado); 2) Profissionais de difícil substituição e pouco valor agregado: são os profissionais mais especializados e experientes, mas com pouco impacto no cliente (ex: os procedimentos de faturamento na agência de publicidade). O cliente valoriza a criatividade nos serviços e tolera erros de procedimento na fatura. Nestas 2 áreas os clientes não valorizam muito a atividade que é desenvolvida pela empresa, embora haja a necessidade de bons profissionais para executá-la. 3) Profissionais de fácil substituição e muito valor agregado: Os clientes valorizam muito a atividade ou serviço, porém é possível contratar outros profissionais para a execução (ex: o fotógrafo). 4) Profissionais de difícil substituição e muito valor agregado: é a área das “estrelas”, onde os profissionais desempenham funções praticamente insubstituíveis e como indivíduos em função da experiência e conhecimento se tornam essenciais (ex: o projetista de novos equipamentos). É nesta área em que está o maior valor do capital humano, incorporando pessoas cujo talento e experiência criam os produtos e serviços. Ou seja, os clientes procuram a empresa e não as concorrentes pelo diferencial nas soluções disponibilizadas. A inteligência organizacional, portanto, passa a fazer a diferença, pois todas as áreas compreendem a importância do conhecimento e a organização passa a funcionar valorizando as pesquisas para incrementar as soluções demandadas e a organização desafia todos os profissionais em todos os níveis na geração do valor agregado...

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Capital Intelectual 5 – O capital humano

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Há vasta literatura sobre capital humano na área da administração sobre diversas formas de ampliá-lo para garantir o sucesso das organizações, porém o desafio continua gigantesco. Todos reconhecem que o capital humano passou a ser o ativo mais importante, no entanto, continuam as dificuldades na retenção de talentos, na motivação e no desenvolvimento do potencial humano. O aumento do capital humano nas organizações está vinculado a geração de novas ideias e estas são livres (podem ou não ocorrer pela iniciativa das pessoas). Ou seja, para ampliarmos o conhecimento e a inovação, são necessárias novas ideias construtivas e valiosas geradas pelas pessoas. Os colaboradores, portanto, devem pensar para gerar novas ideias e inovação no ambiente de trabalho, o que é possível quando concedemos autonomia e liberdade. Como ainda se prioriza atividades rotineiras e modos tradicionais de gerenciamento, há pouca criatividade e as pessoas não trazem as ideias novas suficientes para o processo de inovação. Assim, temos funcionários, trabalhadores ou mesmo colaboradores que recebem pelo trabalho que realizam, mas agregam pouco no capital intelectual. Ou seja, o capital humano (pessoas criativas e inovadoras) não é ampliado na velocidade suficiente para acompanhar as transformações no mercado. Para viabilizar avanços é necessário minimizar o trabalho burocrático, competições internas e tarefas irracionais, utilizando a tecnologia da informação para a produtividade e liberando as pessoas para aprenderem mais sobre a empresa e sua tecnologia, produzindo ideias novas. Parece simples, mas é mudança de paradigma muito séria, pois o foco passa ser a inteligência e como desenvolvê-la e não apenas o trabalho. Como este processo é abstrato e as informações e o capital humano se dissipam com facilidade, há o enorme desafio de concentrar esforços para o alinhamento das pessoas na manutenção da inteligência organizacional, ou a consciência coletiva que o capital humano articulado e com estratégia focada viabiliza a ampliação do capital intelectual. Nos próximos artigos, analisaremos ideias sobre como desenvolver a inteligência organizacional.  ...

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Capital Intelectual 4 – O trabalhador do conhecimento

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O desafio cada vez mais intenso na empresa do conhecimento é contar com trabalhadores do conhecimento, pessoas capazes de aprender e absorver funções antes atribuídas apenas ao supervisor ou gerente. O trabalhador do conhecimento planeja as suas atividades, verifica a programação e supervisiona o seu próprio trabalho a fim de atingir os objetivos ou garantir a qualidade e prazos da atividade que desenvolve. Com o processo de automação e tecnologia da informação agregada em máquinas e atividades administrativas, o trabalho está cada vez mais parecendo abstrato e o número de pessoas em atividades indiretas está aumentando nas organizações. Não apenas aumenta o número de trabalhadores do conhecimento como está aumentando o conteúdo de conhecimento do trabalho. É necessário desenvolver novas habilidades e experiências em informática, comando numérico em programações, mídias sociais, internet e diversas outras tecnologias vitais para o desenvolvimento do trabalho qualificado. No entanto, enquanto aumentam as exigências de qualificação do trabalhador para obter mais produtividade, qualidade e competitividade, continua uma lacuna entre as exigências de conhecimento e a educação, muitas vezes não atualizada e alinhada com as novas demandas. As empresas buscam cérebros que auxiliem na solução de problemas, ajudem a pensar nas melhorias e aumentar a eficiência, oferecendo inclusive melhores salários, porém, há dificuldades de preencher todas as vagas mesmo com pessoas disponíveis no mercado de trabalho. Portanto, estamos no fim do processo de gerência e trabalho como conhecemos. Caminhamos rapidamente para um trabalho com algo parecido ao profissional liberal, exigindo expertise elevada e com relações diferenciadas da hierarquia tradicional. Na era do capital intelectual, os profissionais serão cada vez mais itinerantes, levando consigo informações (notebooks, smartphones, ipads, tablets, etc.) e o seu cérebro nas tarefas essencialmente humanas: pensar, sentir, agir, relacionar-se. As tarefas repetitivas e de esforço físico ficarão por conta das máquinas automatizadas, cuja tecnologia o cérebro desenvolve (o trabalhador do conhecimento).   MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

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Capital Intelectual 3 – A empresa do conhecimento

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A tecnologia da informação possui dupla finalidade cuja compreensão é fundamental para a empresa do conhecimento. Por um lado, a tecnologia pode ser aplicada na automatização das operações, visando a substituição de pessoas por tecnologias que permitem a realização dos processos com maior controle e continuidade. Por outro lado, a mesma tecnologia gera simultaneamente informações sobre os processos, utilizadas pela organização para planejar e executar o trabalho. Assim, a tecnologia da informação possibilita análises mais profundas, pois não apenas acelera atividades como torna viável a empresa buscar informações num nível mais profundo e obter novos domínios para a competitividade. O conhecimento gerado com estas informações será o diferencial na análise das estratégias a serem seguidas e pode garantir o sucesso no futuro. A empresa do conhecimento, portanto, compete utilizando de forma inteligente a informação, eliminando estoques, gargalos e reduzindo cada vez mais a circulação física. Um exemplo é o dinheiro que na economia do conhecimento, segue um fluxo de transferências eletrônicas sem necessidade do fluxo físico. Nesta transação são necessários softwares de gerenciamento e controle, exigindo profissionais da informática, altamente especializados em conhecimentos tecnológicos. O mesmo ocorre, por exemplo, na empresa de logística, pois apesar da circulação física, o gerenciamento qualificado das informações permitem resultados melhores. A empresa tradicional possui um conjunto de ativos para atingir os seus objetivos e a empresa do conhecimento é diferente, pois os ativos são intangíveis não estando claro quem os possui e como cuidar destes ativos. Assim, o novo desafio nas organizações voltadas para o conhecimento é domínio da tecnologia da informação, estruturando negócios com menos ativos físicos e com mais ativos intangíveis (tecnologia da informação, conhecimento, inovação), o chamado capital intelectual. As empresas venderão sempre mais a sua expertise e assim o capital intelectual é o ativo mais valioso, exigindo sempre mais trabalhadores do conhecimento, a ser detalhado no próximo artigo.       MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

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