Entre em contato e 

Tel.: 

E-mail: 

Desburocratização 3 – Mitos Burocratizantes

Burocratização 3

A burocratização envolve muitas crenças e normas que se tornam verdadeiros mitos para justificar a burocracia. Continuando a análise dos mitos burocratizantes, temos: 4) Estrutura de autoridade garante a unidade de direção. É distorção frequente, pois muitas organizações tem diretores, mas não tem direção. Se não houver alinhamento da alta direção, todo o corpo funcional será contaminado pela desorientação, gerando comportamentos individualistas, imediatistas e sectários. Surge a competição predatória e a produtividade diminui, pois a falta de organização e alinhamento amplia procedimentos burocráticos e contraproducentes. 5) Criar área de organização e métodos é garantia de racionalização. Definir fluxogramas e cronogramas de atividades pode ser interessante, porém, na maioria das vezes, são exercícios teóricos e não significa simplificação. Normalmente as áreas são os “donos da verdade” e tem dificuldade para aceitar sugestões externas em como simplificar os seus processos e ampliar a visão de conjunto. A área de métodos e processos acaba no esquecimento ou sofre forte oposição, pois nenhuma área quer assumir perdas ou diminuições. As reformas administrativas normalmente ficam pelo caminho. 6) Desenvolvimento organizacional centrado no gerente é a solução. Normalmente o gerente exerce papel, conformando-se as situações para obter os resultados que a organização deseja. São impostos modelos organizacionais complexos e burocráticos para a gerência que deve seguir normas pré determinadas, inibindo a criatividade e apresentação de novas ideias ou inovações. Assim, ocorrem os engessamentos e a incoerência fica evidente quando os modelos são centralizadores e autocráticos, dificultando a flexibilidade e simplificação diante das mudanças tecnológicas. Cada vez mais as organizações necessitam de modelos simplificados e ágeis na tomada de decisões e, assim, obter o comprometimento da equipe para construir sistemas flexíveis para respostas rápidas diante do processo de inovação. As mudanças organizacionais ocorrem quando gestores são especialistas em simplificação. MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986 7214 CRA...

Leia mais

Desafios 2016 – Pensando e Planejando Diferente

desafio

Todo início de ano é comum efetuar o planejamento quanto aos objetivos a serem atingidos. Normalmente são metas financeiras, profissionais e da vida particular (bens, lazer, saúde, etc). No entanto, o desafio neste artigo é efetuar reflexão diferente, pois sempre planejamos com foco em nós e nas coisas materiais que almejamos. É fundamental e deve continuar sendo feito, porém também é muito importante pensar e planejar com foco no aprofundamento da evolução pessoal e dos outros e assim, enumeramos 3 sugestões para análise e reflexão, visando ampliar a fraternidade, a universalidade e o bem-estar coletivo: Voluntariado. Pense nas ações voluntárias que podem ser desenvolvidas em prol das outras pessoas ou organizações. Analise os pontos fortes, talentos e competências que poderão auxiliar pessoas e organizações para ampliar ações de responsabilidade social. As pessoas com maior nível de esclarecimento devem auxiliar as de menor esclarecimento, pois o desenvolvimento da sociedade é grupal e dependemos uns dos outros na evolução. O maior beneficiado com a assistencialidade coerente somos nós mesmos, reduzindo os desequilíbrios econômicos e sociais perturbadores. Natureza. Pense nas ações possíveis para ampliar os cuidados com o meio ambiente, visando a manutenção da “casa” dos seres humanos para as futuras gerações. Plante árvores, flores e mantenha convivência saudável com animais e toda a biodiversidade. O Planeta Terra deve continuar suprindo as necessidades humanas de sobrevivência, especialmente alimentos e água. Evite acumular lixos e desenvolver ações agressivas que comprometam o ar que todos respiramos. Ética. Pense com convicção que a verdade e a transparência são fundamentais para a construção da sociedade mais evoluída que desejamos. A corrupção e a burocracia estão travando o desenvolvimento equilibrado. As mazelas resultantes estão diminuindo a qualidade de vida e desrespeitando a igualdade de direitos. A democracia somente será plena quando houver maior universalismo nas ações e menor preocupação com interesses pessoais, sectários e construção de privilégios. Talvez o maior desafio, seja respeitar o código de conduta...

Leia mais

Desburocratização 2 – Mitos Burocratizantes

Burocratização 2

A burocratização envolve muitas crenças e normas que se tornam verdadeiros mitos para justificar a burocracia. As organizações geram estruturas com sistemas complexos, alegando a necessidade de controle e criam verdadeiros “monstros” que emperram a administração, atendendo normalmente interesses específicos em detrimento do atendimento das necessidades dos usuários. Relacionamos, para análise atenta, mitos burocratizantes, cujo combate pode promover melhorias na gestão eficaz: 1) A delegação é regulada somente por manuais e procedimentos. O burocrata tende a confundir a delegação como apenas extensão do poder do chefe, não delegando visando a participação, estímulo a criatividade, qualificação profissional, preparação de substitutos e aumento da produtividade. Dar ordens não é delegar e assim a chefia fica no círculo vicioso, alegando que não há para quem delegar, faltam pessoas treinadas e outras justificativas. Delegar é descentralizar e treinar. 2) O planejamento é suficiente para obter resultados. Burocratas ou tecnocratas são amantes do planejamento. Há planejamento, projetos e cronogramas, porém pouco acompanhamento das ações. A teoria é muito importante, porém a prática é essencial. A teoria é 1% e a prática é 99% da gestão. O planejamento é orientador e essencial, porém a realidade é variável e incerta e exige constante monitoramento. De nada adianta relatórios, gráficos, estudos, reuniões fechadas, sem conexão com o dia a dia. O burocrata tende a defender o planejamento e se houver frustração diante da realidade, busca justificações ampliando a perda de tempo. Planejar é fundamental, mas gerenciar é vital. 3) Acreditar que os sistemas de controle melhoram a qualidade e produtividade. O controle é ferramenta essencial na gestão, porém o burocrata tende a sofisticar os controles justificando obter mais desempenho. O excesso de fiscalização não garante a qualidade e produtividade, levando a sabotagens e desmotivações, especialmente quando não há clareza sobre os métodos de controle e os objetivos. É necessário desenvolver mecanismos que gerem iniciativa e espontaneidade, compreendendo o controle como mecanismo quanto aos ajustes importantes para a...

Leia mais

Desburocratização 1 – Burocracia: Travão do Crescimento e da Evolução

Burocratização

A burocratização é uma atitude mental que provoca atraso em todas as esferas públicas e privadas, gerando condicionamentos e formalidades desnecessárias. As organizações estão cada vez mais complexas com novos desafios diante da expansão e novas exigências, porém muitas estruturas se tornam rígidas e centralizadoras em excesso, gerando burocracias que travam o crescimento. É um mal que se expande em função dos erros educacionais e se tornou a mais grave doença da eficácia administrativa. Começa na família e termina travando organizações de todos os portes e segmentos. É a cultura e a didática do não. O “não deve”, “não pode”, “não faz bem”, acaba gerando as distorções da não iniciativa, não criatividade, não realização. Esse fenômeno gera dependências e imaturidade, pois na maioria das vezes, pessoas tecnicamente ou intelectualmente superiores, utilizam mecanismos de controle para manipular pessoas emocionalmente mais fracas. Há a centralização de poderes, levando ao autoritarismo, gerando mais burocracia e submissão. Pessoas líderes ainda mantém procedimentos de chefia com exigências burocratizantes, dificultando a participação. Os sintomas mais sérios da patologia burocrática são: a) o apego demasiado à rotina; b) a cega obediência as normas e procedimentos padronizados; c) a formalidade e não a essencialidade; d) a eficiência e não a eficácia; e) o processo e não o resultado; f) o relatório e não o plano de ação; g) o passado ou presente e muito pouco o futuro. A Administração tem efetuado estudos para a simplificação de métodos e rotinas, porém muitos gestores não compreendem o verdadeiro papel da desburocratização. O burocrata analisa o papel e não vê o problema, analisa o efeito e não a causa. Assim os malefícios da burocracia são escravizantes e na cultura do “jeitinho” para driblá-la, criam-se novas rotinas e procedimentos que engessam ainda mais o processo. A diretriz é analisar e “passar para alguém dar o parecer”. Refletiremos sobre as leis da burocracia e mitos, visando a reeducação e reciclagens para minimizar...

Leia mais

Empreendedorismo 8 – Estrutura do Plano de Negócios

pensive businessman with business plan concept

A estrutura de um plano negócios pode ser mais resumido ou mais detalhado, dependendo dos objetivos. O plano resumido normalmente é utilizado para a avaliação inicial do projeto e análise dos investidores ou potenciais sócios. O detalhado ou completo é utilizado para planejar o negócio e na busca de recursos financeiros para financiar o projeto. Pode ainda ser feito o plano operacional definindo detalhes sobre a gestão do projeto. O plano de negócios não deve ter estrutura rígida, seguindo as particularidades de cada negócio e ramo de atuação. Por exemplo, as seções necessárias para organizar o plano de negócios são diferentes para o segmento industrial, comercial, prestação de serviços ou mesmo das empresas do setor digital. De forma geral, é necessário fazer a boa apresentação do plano com informações objetivas sobre o que se pretende desenvolver. O sumário bem redigido atrai o leitor para conhecer o conteúdo do projeto. Outras seções importantes do plano de negócios, apresentadas de forma sintética, são: a) descrição da empresa: informações sobre o histórico, crescimento, faturamento, estrutura organizacional, localização, parcerias, serviços, etc; b) análise estratégica: avaliação da visão, missão e potencialidades. Definição do posicionamento no mercado e como poderão ser atingidos os objetivos e metas. Análise das forças e fraquezas, oportunidades e ameaças; c) produtos e serviços: análise do ciclo de vida dos produtos ou serviços, pesquisas tecnológicas e de mercado. Recursos que serão utilizados, registro de marca e patentes; d) recursos humanos: como será treinada a mão de obra e desenvolvidas as competências necessárias no segmento, a experiência necessária na gestão e a técnica exigida; e) análise de mercado: qual o segmento de atuação e como será atendido o público alvo, análise das características do setor e dos clientes ou consumidores, principais concorrentes; f) plano financeiro: organização do fluxo de caixa, análise do demonstrativo de resultados, ponto de equilíbrio, necessidades de investimento, projeções futuras de necessidades de capital de giro; g) estratégica de marketing:...

Leia mais

Empreendedorismo 7 – Plano de Negócios

Empreendedorismo 7

Um negócio bem planejado terá mais chances de sucesso em relação ao negócio sem planejamento. Assim, é de fundamental importância desenvolver um plano de negócios para o sucesso de novos empreendimentos. Os empreendedores precisam saber planejar ações e estabelecer estratégias, utilizando o plano de negócios como ferramenta de gestão para o desenvolvimento bem sucedido. O plano de negócios não pode ser apenas instrumento para captação de recursos nos projetos com informações genéricas e estimativas. Há a necessidade de estudos e pesquisas que embasem os projetos, pois na maioria dos levantamentos a falta de experiência e conhecimento do ramo do negócio levam os empreendimentos ao fracasso. Somam-se as atitudes erradas e gerenciamento inadequado, além da falta de dinheiro e localização incorreta, como as maiores armadilhas no gerenciamento de pequenas empresas. Basicamente são falhas de gestão do negócio que impedem o sucesso. Os empreendedores devem investir em capacitação gerencial contínua e avaliar constantemente as suas ações, visando adquirir experiência. O planejamento é atitude do próprio empreendedor e ferramenta indispensável para aferir ações e avaliar o grau de maturidade do projeto. Empreendedores que investem mais em planejamento evitam desperdícios de recursos e ampliam a viabilidade, minimizando o risco de falência. Porém, é necessário planejar com dados reais e informações consistentes, evitando modelos predeterminados incompletos. O plano de negócios deve ser uma ferramenta dinâmica, com revisões periódicas, pois o mercado, as pessoas, a tecnologia e a concorrência também mudam, exigindo um processo cíclico de planejamento sendo guia prático. Inclui aspectos financeiros, mercadológicos, operacionais e competências necessárias, especificando objetivamente em que negócio se está, o que se vende e qual o mercado ou público alvo. O êxito sem o plano de negócios, pode até ser possível, porém são casos isolados. Os principais objetivos dos planos de negócios são: a) estabelecer diretrizes para o negócio; b) gerenciar eficazmente com tomadas de decisões precisas; c) viabilizar a obtenção de recursos; d) identificar oportunidades; e) monitorar as...

Leia mais

Página 2 de 2012345...1020...Última »