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Coaching IKIGAI – Na busca da essência e excelência

Roda do propósito da metodologia IKIGAI

Diante dos desafios da vida moderna com a diversidade de informações e novas exigências, aumentam as dificuldades para o desempenho esperado e a sensação de impotência na gestão, especialmente em assuntos ligados ao comportamento humano. Menos de 1% da população no Planeta está em equilíbrio para viver em harmonia, saúde e longevidade, segundo pesquisas com os japoneses da ilha de Ikinowa. Com a nova metodologia IKIGAI, é possível aprofundar a percepção de novas perspectivas para o verdadeiro propósito e razão de ser da nossa atuação profissional e pessoal. O desempenho e a excelência não são resultantes apenas do esforço, mas das atitudes diferenciadas diante das situações, agindo com conhecimento e habilidades, ampliando a visão sistêmica na tomada de decisões. Se você percebe a necessidade de aprofundar na essência e busca a satisfação íntima de evolução contínua, desejando um significado de vida e querendo entregar um legado positivo, analise o método IKIGAI. Proposta exclusiva e inovadora para desenvolver o potencial criativo, obter maior equilíbrio e harmonia diante dos desafios. Se você deseja contribuir mais e melhor com as pessoas do seu relacionamento e com o mundo, analise a ideia transformadora IKIGAI. Adelino Denk Coach credenciado IKIGAI adelino@amcconsult.com.br / 47 9986...

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Desburocratização 8 – Leis da Burocratização

Burocratização 8

A burocratização tem as leis próprias nem sempre escritas, mas eficientes e dominando executivos e gestores. A submissão as leis burocratizantes gera administração ineficiente e formulações “estranhas” travando todo processo de evolução contínua e melhoria de processos. Eis, as principais leis que reforçam paradigmas ultrapassados e dificultam a simplificação: 1) Não criatividade. Transforme sempre o autor de uma ideia em executor da ideia e teremos funcionários “enquadrados”, seguindo normas e “calados” para novas sugestões. 2) Saturação. Cobre do autor de uma ideia novas informações, pesquisas e pareceres até que ele não “aguente mais” e partir daí ele ficará atento exclusivamente nas ordens e padrões estabelecidos, inibindo a criatividade. 3) Pequenos grandes problemas. Para não se envolver em dificuldades, as pessoas tendem a tornar grandes os pequenos problemas. Dramatizam e complicam o processo. 4) Proteção às avessas. O excesso de proteção produz resultados negativos, especialmente a acomodação e a dependência. 5) Acumulação de papeis. Quanto mais papel acumulado maior a impressão de muito trabalho, justificando atrasos e falta de tempo. 6) Queixa permanente. A mania de reclamar para não precisar realizar. Não há recursos, tempo, pessoal e outras tantas razões. O tempo que se passa reclamando, poderia ser utilizado para focar em soluções. 7) Valorização da complexidade. É preciso complicar para valorizar. Parece que somente as coisas complexas tem valor. Simplifiquemos para obtermos produtividade e objetividade. 8) Inércia burocrática. Deixe os outros se movimentarem, assim não se arrisca a tropeços. Ou seja, deixa o “barco correr” ou “deixa ficar para ver como fica”, atrasando e complicando todo o processo. Tenhamos CORAGEM para enfrentar as leis da burocracia e implementar a simplificação da complexificação.   MSc Adelino Denk adelino@amcconsult.com.br 9986...

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Desburocratização 7 – Mitos Burocratizantes

Burocratização 7

A desburocratização é desafio diante do cenário turbulento, especialmente nas organizações interessadas na melhoria do desempenho e ampliação no atendimento qualificado. Continuamos assim, a análise dos mitos burocratizantes que atrapalham o processo da renovação necessária: 13) Entender que comissões de estudos ou reuniões são infalíveis para obter cooperação. Os burocratas gostam de providenciar comissões para estudar projetos, sendo na maioria das vezes, retardamento do processo e adiamento das decisões. O desafio é assumir responsabilidades e desenvolver soluções com objetividade, evitando a transferência para terceiros quanto as perdas de tempo para elaboração de extensos relatórios de sugestões. Reuniões são necessárias, porém a participação não é estimulada e muitas vezes, há monólogos para comunicar informações que podem ser repassadas no dia a dia. As decisões e ações definidas em reuniões devem ser monitoradas para a efetiva solução, evitando novas reuniões para repetir os mesmos assuntos não resolvidos. O processo exige objetividade e clareza no encaminhamento das questões, o que parece não ser o ponto forte do burocrata, divagando em ideias superficiais e exposições difusas, evitando o enfrentamento e esclarecimento. 14) Acreditar que a informatização ou tecnologia da informação simplifica e desburocratiza. A tecnologia agiliza os processos, porém se as informações forem incompletas, incoerentes, o resultado será muitos relatórios com baixa qualidade para a tomada de decisões. O computador é máquina “burra”, fornecendo informações conforme a entrada de dados. Se os mesmos não estão qualificados, teremos má qualidade nas informações. Na preocupação de agilizar, em determinados momentos a informatização, burocratiza ainda mais o processo, pela frieza, rotinas e na crença, sistemas fornecem informações corretas. Em outros momentos, enquanto o sistema não processar as informações, não há decisão, paralisando tudo. 15) A rotina traz segurança. Burocratas sempre imaginaram que a definição de rotinas e procedimentos com a elaboração de manuais, gera maior segurança. Pelo contrário, a rotina estimula e amplia a insegurança, pois as pessoas não agem fora dos procedimentos, sendo repetitivas. Não...

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Desburocratização 6 – Mitos Burocratizantes

Burocratização 6

A desburocratização somente será projeto sério quando instituições e pessoas perceberem que a ética e a transparência são essenciais na gestão, diminuindo interesses pessoais e ampliando atendimento das necessidades coletivas de forma eficiente. Apresentamos mais crenças que se tornam mitos burocratizantes: 10) Instalações modernas e reformas significa renovar a organização. Construir modernas instalações ou promover reformas podem ser importantes, porém é necessário cuidar para não dar ênfase no aspecto físico “moderno” com a manutenção de “velhos” hábitos. A renovação nas organizações deve ser prioritariamente na mudança de comportamentos, desenvolvendo postura profissional com objetividade e simplificação. Assim, o crescimento do ser humano levando à maior maturidade é o maior desafio para a verdadeira renovação organizacional, pavimentando o caminho da confiança e da simplificação que viabiliza a desburocratização. 11) Administração por objetivos ou metas garante resultados. Definir metas nas organizações é importante para a manutenção do foco e gerar envolvimento, porém a definição não basta. A falta de acompanhamento e análise dos obstáculos acaba gerando mais frustrações do que resultados. É muito comum nas reuniões a cobrança por resultados e especialmente aumentando o grau de exigências quando as metas não estão sendo cumpridas. A fixação de metas por si só é insuficiente para mobilizar equipes na expectativa de que todos entenderam como atingi-las. A falta de informação compartilhada, análise franca das dificuldades e cooperação para chegar aos resultados leva os gestores a se preocuparem com as atividades, gerando procedimentos burocráticos. 12) A centralização das decisões garante a qualidade. Decisões podem ser tomadas com qualidade técnica, porém podem ser teóricas e sem aceitação das pessoas que a executarão. A aceitação exige o estímulo ao debate, a participação criativa e decisões em grupo. A ênfase na qualidade teórica das decisões pode levar aos métodos de imposição através de processos autocráticos, apelos a necessidade de confiança, por meio de ações paternalistas, persuasão por meio da “venda de ganhos pessoais” e por fim, estímulo à...

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Desburocratização 5 – Pausa Para Reflexão – um novo Brasil

Burocratização 5

Diante dos recentes acontecimentos no País cabe a reflexão profunda sobre os princípios e valores que deveriam nortear a Sociedade que deseja evoluir. A corrupção e a burocracia se transformaram em “câncer” em todos os setores e estão minando as possibilidades de recuperação para o funcionamento não apenas da economia, mas também da estabilidade e confiança nas relações entre pessoas e instituições. Quando a doença é grave, os remédios são “amargos” e parece que é chegado o momento de avaliarmos a adoção de um “choque de gestão” em todas as esferas para a desconstrução do Sistema “contaminado”. As mudanças efetivas ocorrem de dentro para fora e para tanto são necessárias reciclagens na forma de PENSAR, SENTIR E AGIR. A construção do novo caminho exigirá exemplarismo e dedicação diuturna dos cidadãos lúcidos e conscientes para promover atitudes morais e éticas. Especialmente para a nova geração, os futuros gestores em todos os níveis da Nação. A ética deverá ser o pilar central para a lapidação necessária. Quando Schumpeter desenvolveu a teoria da inovação e do empreendedorismo cunhou o termo “Destruição Criadora”, argumentando que não haveria inovação ou o novo sem a destruição do antigo ou tradicional. Assim, podemos fazer uma analogia de que não poderemos criar nova Sociedade sem destruir velhos hábitos e atitudes. É necessário promover a “Ética Destrutiva”, reciclando valores e comportamentos considerados éticos, porém incoerentes entre o que se diz e o que se faz. A transparência das ações e o sobrepairamento ético para avaliar com equilíbrio e bom senso qual o melhor caminho, são pontos fundamentais para a transformação desejada. Porém, exige esforço e capacidade de “abrir mão” de teorias, conceitos e atitudes que não correspondem mais nas sociedades ditas modernas com objetivos evolutivos, rumo a igualdade de direitos e respeito ao ser humano. A responsabilidade aumenta à medida que nos posicionamos com autenticidade na busca do desenvolvimento gradual, conscientes das adversidades a serem enfrentadas e dos...

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Desburocratização 4 – Mitos Burocratizantes

Burocratização 4

A burocracia está minando o desenvolvimento econômico de cidades, regiões e até países e por consequência gera desmotivações pessoais e profissionais para a evolução necessária. Apresentamos mais crenças que se tornam mitos Burocratizantes: 7) Treinamento de liderança transformará todos em líderes eficazes. Programas gerenciais ou treinamentos de líderes são essenciais, porém treinamentos formais não transformam realidades. Não há como partir do pressuposto que é possível transformar pessoas para modelos ideais. Há muita conversa e muitos procedimentos no aspecto teórico e pouca ação prática para simplificar processos a partir da liderança. Ou seja, os líderes devem estar preparados para fazer e apoiar na transformação dos ambientes, considerando a dificuldade da mudança do ser humano para assumir novos paradigmas. Do contrário, cresce o clima de desconfiança e descrença, como evidenciamos nas mais diversas esferas, pois a burocracia tem crescido e o combate é insuficiente para gerar motivação. 8) Acreditar que todos resistem à mudança. Há dificuldade com a mudança, porém não podemos partir da hipótese que todos resistem à mudança. Assim, não haveria desenvolvimento. As resistências aumentam quando as pessoas se sentem ameaçadas ou tem receio das consequências. Desta forma, os burocratas se apegam ao medo da maioria para justificar a manutenção de procedimentos arcaicos e inibidores, temendo perder o controle. Portanto, o receio maior é de quem está no controle. É necessário estimular mudanças produtivas, desafiando a criatividade e inovação. Há oportunidades de simplificar e melhorar com as mudanças, gerando motivação e comprometimento de todos. O essencial é agregar valor, diminuindo as incertezas e inseguranças. Líderes desburocratizantes desafiam e estimulam novas ideias, descomplicando o processo e aumentando a eficiência. 9) O desenvolvimento advém de estruturas formais. O continuísmo e falsa sensação de estabilidade pode levar ao obsoletismo. A inovação permite o desenvolvimento de novas experiências, onde há espaço para a flexibilidade e renovação. Agindo sempre da mesma maneira e através das mesmas estruturas formais que induzem a repetição burocrática, teremos...

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